Crítica de Quando as Luzes se Apagam (2016)

O escuro pode dar medo. E é com essa premissa que Quando as Luzes se Apagam brilha no gênero do terror, castigado com títulos de baixa qualidade. Com astúcia técnica, é possível sim se divertir, basta trabalhar direito com a luz e com a escuridão.

Se você conhece o mundo do cinema de terro, sabe o peso que o nome de James Wan tem. Responsável pela criação ótimas Franquias, como Invocação do Mal e Sobrenatural, o diretor trouxe novidades. Especialmente em um gênero que parecia ter medido sua identidade com tantos exemplares ruins no mercado. Com sua técnica, Wan começou a apadrinhar outros diretores promissores, como o caso de David Sandberg, que estreia no mundo dos longa metragens com Quando as Luzes se Apagam. O filme, de 2016, na verdade é uma versão estendida e mais elaborada de um curta metragem produzido pelo diretor em 2013. Seu título era Lights Out.

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E mais uma vez, Jair Bolsonaro segue contrariando as medidas contra o Coronavírus

Aumentando a radicalização de seu discurso, Jair Bolsonaro vai na direção contrária do mundo. Adota a tática do isolamento vertical – que nenhum Estado vem adotando. Assim, faz um verdadeiro desserviço a uma população que busca conforto nas palavras de um Chefe de Estado.

Anteriormente, já tinha me utilizado desde espaço na Internet para comentar sobre as peculiaridades do Presidente da República. Em especial suas atitudes sobre a contenção do Coronavírus, nova pandemia segundo a Organização Mundial de Saúde. Pois bem, mais pérolas foram divulgadas por Jair Bolsonaro em pronunciamento em cadeia nacional. Basicamente, o que o Presidente defende chama-se isolamento vertical. Ou seja, aqueles do grupo de risco devem ficar em casa, enquanto o restante da população economicamente ativa deve voltar ao trabalho. Indaga-se que a queda da economia com o aumento do desemprego no período pós-pandêmico pode ser ainda pior do que o patógeno que hoje mantém mais de um sétimo da população mundial em casa. Essa argumentação vai na contramão de praticamente todas as nações que se empenham em buscar uma respostas em conter a epidemia em suas fronteiras. A começar pelo Reino Unido.

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Crítica de O Exorcismo de Emily Rose (2005)

Com uma forma diferente de falar sobre o tema, O Exorcismo de Emily Rose é um ótimo filme de terror. Investigação, tensão e todo o confronto psicológico e sobrenatural se reúnem numa história terrivelmente densa.

Normalmente, filmes do gênero terror se focam em duas supostas premissas. Ou o terror psicológico, em que não sabemos se aquilo que pode ser sobrenatural de fato está acontecendo. Ou então com o terror sobrenatural, aquele em que desde o início sabemos que fantasmas ou espíritos das trevas assombram a maior parte dos personagens. Dos dois lados existem clássicos, como O Iluminado e O Exorcista respectivamente. Porém, não é difícil de encontrar longas que misturem estas duas existências. O diretor Scott Derickson escolheu este caminho quando foi o responsável pelo longa O Exorcismo de Emily Rose. A história, baseada em fato ocorrido na Alemanha em 1971 mostra a possibilidade de que uma jovem esteja possuída por uma entidade maligna. E cabe a um Padre ajudar a menina a se livrar da situação. Resta saber é claro se o filme atende as expectativas.

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Análise de Game Dev Tycoon (Android)

Produzido pela Greenheart Studios, Game Dev Tycoon é um jogo singular. Bom, bonito e barato. Entre na mente de um magnata do mundo dos jogos e sobreviva produzindo os melhores títulos do mundo.

Jogos de simulação são comuns no mercado do entretenimento eletrônico. Provavelmente, você já deve ter ouvido falar de simuladores de zoológicos, simuladores de parque de diversões. Também temos outros mais exóticos como Universe Sandbox 2, simulador de Universo, e também Thief Simulator, simulador de roubo. Nesta infinidade, surge mais uma curiosidade. Produzido pela Greenheart Studios, temos Game Dev Tycoon, disponíveis para diversas plataformas e também para aparelhos Android. Trata-se de um encontro com a história dos jogos eletrônicos, onde o jogador está na pele de um entusiasta deste mundo. Ele decide então abrir uma empresa de jogos em sua garagem. E o objetivo é levar a sua recém-empresa a outro patamar. Passando pelos consoles mais populares da história, produzindo o seu próprio triplo A e quem sabe o seu próprio console. Agora, será que essa viagem dá certo?

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Crítica de Chernobyl – Sinta a Radiação (2012)

Tendo pano de fundo a cidade de Pripyat, Chernobyl – Sinta a Radiação é ruim e morno. Por mais que sua atmosfera, no início possa envolver, o roteiro consegue estragar toda a experiência em ser tão previsível.

Lugares reais podem ser uma inspiração para longas metragens e para jogos eletrônicos. Centralia, uma cidade dos Estados Unidos foi o pano para a criação da temida Sillent Hill, do game homônimo. A Floresta de Aokigahara foi cenário para o filme estadunidense chamado Floresta Maldita. No meio destes lugares especiais, Chernobyl é um nome batido e comum. Quando, em 1986, um dos reatores nucleares da Usina derreteu, espalhou radiação por toda a localidade, em especial Pripyat. A maior parte dos moradores foram evacuados, sendo que alguns sequer conseguiram levar seus pertences. Hoje, a cidade é exemplo de cidade fantasmas, sendo palco de um filme estadunidense de 2012. No Brasil, o longa se chamou Chernobyl – Sinta a Radiação, enquanto que em sua terra natal é Chernobyl Diaries. Resta saber se mesmo com um cenário de suspense, o longa atende as expectativas e se sobressai diante de outros longas do mesmo gênero.

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Análise de Darksiders 2: Deathnitive Edition (Switch)

Mesmo no apocalipse, Darksiders 2: Deathnitive Edition tem seu espaço cativo. Uma ótima mistura de RPG e Hack’n’Slash para passar o tempo.

É comum que quando um jogo faz certo sucesso ele ganhe versões remasterizadas. Acontece com Resident Evil da Capcom, e vai acontecer com Horizon: Zero Dawn. O título, que tem análise aqui no Guariento Portal terá uma versão para o PC no segundo semestre de 2020. Trata-se de uma forma de retornar todo um trabalho, com algumas melhorias. E apresentá-lo para um novo grupo de jogadores, aumentando a sua base instalada. Nos idos de 2012, a extinta THQ apresentou ao mundo Darksiders II. O game, uma sequência do primeiro título, coloca o jogador na face da Morte, um dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Somente em 2019 que Darksiders 2: Deathnitive Edition foi lançada para o Nintendo Switch, o híbrido da Nintendo. Resta saber se o game, custando por volta de 29,99 dólares na rede virtual da plataforma vale a pena.

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A irresponsabilidade de um Chefe de Estado

No meio da pandemia de Coronavírus, Jair Bolsonaro parece viver em outra realidade. Uma realidade irresponsável para um Chefe de Estado.

Para quem acompanha o Guariento Portal, sabe que normalmente falamos de curiosidades em geral. Vez ou outra, é possível encontrar análises de séries, filmes e jogos, dicas de software e algumas verdades sobre o reino animal. Contudo, visto o desencadear de certas situações, não é possível ficar quieto acerca de acontecimentos que diretamente impactam não só a vida de uma pessoa. Mas também da sociedade. Todos já devem ter conhecimento da pandemia que cerca o mundo através da cepa do Coronavírus. Originário de Wuhan, na China, o patógeno já se espalhou para o mundo. A Europa por exemplo, vive o contraditório de fechar suas fronteiras em uma região de União Européia. Governos vem fazendo indicações técnicas para que a população não se aglomere. No Brasil, a exemplo do Presidente da República, Jair Bolsonaro, vivemos em uma outra realidade. De irresponsabilidade.

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