Crítica de Quando as Luzes se Apagam (2016)

O escuro pode dar medo. E é com essa premissa que Quando as Luzes se Apagam brilha no gênero do terror, castigado com títulos de baixa qualidade. Com astúcia técnica, é possível sim se divertir, basta trabalhar direito com a luz e com a escuridão.

Se você conhece o mundo do cinema de terro, sabe o peso que o nome de James Wan tem. Responsável pela criação ótimas Franquias, como Invocação do Mal e Sobrenatural, o diretor trouxe novidades. Especialmente em um gênero que parecia ter medido sua identidade com tantos exemplares ruins no mercado. Com sua técnica, Wan começou a apadrinhar outros diretores promissores, como o caso de David Sandberg, que estreia no mundo dos longa metragens com Quando as Luzes se Apagam. O filme, de 2016, na verdade é uma versão estendida e mais elaborada de um curta metragem produzido pelo diretor em 2013. Seu título era Lights Out.

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Crítica de Inferno (2016)

Prepare-se para um série de símbolos, pistas e mistérios. Inferno, baseado na obra de Dan Brown, trás Robert Langdon em mais uma aventura, a melhor da franquia.

É comum que mundos diferentes se colidam. Jogos eletrônicos são usados como bases para filmes. Silent Hill e Resident Evil são exemplos memoráveis. Já livros também costumam ser utilizados; O Dia em que a Terra Parou, Guerra dos Mundos, a franquia Harry Potter. Na verdade, é mais comum que livros tenham uma versão cinematográfica de seu enredo. E, completando uma trilogia, nasce assim Inferno, filme de 2016 estrelado por Tom Hanks e dirigido por Ron Howard. O longa é baseado no romance de mesmo nome, escrito por Dan Brown. É o mesmo escritor das outras duas peças de Robert Langdon, o personagem principal vivido por Hanks; O Código da Vinci e Anjos e Demônios.

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Crítica de O Exorcismo de Emily Rose (2005)

Com uma forma diferente de falar sobre o tema, O Exorcismo de Emily Rose é um ótimo filme de terror. Investigação, tensão e todo o confronto psicológico e sobrenatural se reúnem numa história terrivelmente densa.

Normalmente, filmes do gênero terror se focam em duas supostas premissas. Ou o terror psicológico, em que não sabemos se aquilo que pode ser sobrenatural de fato está acontecendo. Ou então com o terror sobrenatural, aquele em que desde o início sabemos que fantasmas ou espíritos das trevas assombram a maior parte dos personagens. Dos dois lados existem clássicos, como O Iluminado e O Exorcista respectivamente. Porém, não é difícil de encontrar longas que misturem estas duas existências. O diretor Scott Derickson escolheu este caminho quando foi o responsável pelo longa O Exorcismo de Emily Rose. A história, baseada em fato ocorrido na Alemanha em 1971 mostra a possibilidade de que uma jovem esteja possuída por uma entidade maligna. E cabe a um Padre ajudar a menina a se livrar da situação. Resta saber é claro se o filme atende as expectativas.

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Crítica de Chernobyl – Sinta a Radiação (2012)

Tendo pano de fundo a cidade de Pripyat, Chernobyl – Sinta a Radiação é ruim e morno. Por mais que sua atmosfera, no início possa envolver, o roteiro consegue estragar toda a experiência em ser tão previsível.

Lugares reais podem ser uma inspiração para longas metragens e para jogos eletrônicos. Centralia, uma cidade dos Estados Unidos foi o pano para a criação da temida Sillent Hill, do game homônimo. A Floresta de Aokigahara foi cenário para o filme estadunidense chamado Floresta Maldita. No meio destes lugares especiais, Chernobyl é um nome batido e comum. Quando, em 1986, um dos reatores nucleares da Usina derreteu, espalhou radiação por toda a localidade, em especial Pripyat. A maior parte dos moradores foram evacuados, sendo que alguns sequer conseguiram levar seus pertences. Hoje, a cidade é exemplo de cidade fantasmas, sendo palco de um filme estadunidense de 2012. No Brasil, o longa se chamou Chernobyl – Sinta a Radiação, enquanto que em sua terra natal é Chernobyl Diaries. Resta saber se mesmo com um cenário de suspense, o longa atende as expectativas e se sobressai diante de outros longas do mesmo gênero.

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