Pokémon Sword e Shield: os exclusivos de cada versão

Como de costume, os jogos da franquia Pokémon são lançados em pares, com algumas pequenas diferenças. Confira então as criaturas exclusivas de Pokémon Sword e de Pokémon Shield (Switch).

Pokémon Sword e Shield já estão disponíveis para o Nintendo Switch desde o ano de 2019. A nova aventura de uma das principais franquias da Nintendo se passa em Galar. Continente baseado na Inglaterra e no País de Gales e que inaugura a Oitava Geração da franquia. Contudo, por mais que com o passar do tempo as novidades surja, como a quantidade de criaturas, uma coisa ainda se mantém. A franquia sempre lança jogos em pares. Foi assim desde Pokémon Red e Blue do Game Boy e é uma prática que se mantém. Basicamente, as versões são as mesmas, sempre alternando alguns Pokémon exclusivo, que só são encontrados em uma versão. Assim como alguns outros eventos, como líderes de ginásio que se diferem ou a equipe vilã.

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Análise de Darksiders 2: Deathnitive Edition (Switch)

Mesmo no apocalipse, Darksiders 2: Deathnitive Edition tem seu espaço cativo. Uma ótima mistura de RPG e Hack’n’Slash para passar o tempo.

É comum que quando um jogo faz certo sucesso ele ganhe versões remasterizadas. Acontece com Resident Evil da Capcom, e vai acontecer com Horizon: Zero Dawn. O título, que tem análise aqui no Guariento Portal terá uma versão para o PC no segundo semestre de 2020. Trata-se de uma forma de retornar todo um trabalho, com algumas melhorias. E apresentá-lo para um novo grupo de jogadores, aumentando a sua base instalada. Nos idos de 2012, a extinta THQ apresentou ao mundo Darksiders II. O game, uma sequência do primeiro título, coloca o jogador na face da Morte, um dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Somente em 2019 que Darksiders 2: Deathnitive Edition foi lançada para o Nintendo Switch, o híbrido da Nintendo. Resta saber se o game, custando por volta de 29,99 dólares na rede virtual da plataforma vale a pena.

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Crítica de Pokémon: Mewtwo Contra Ataca – Evolução

Remasterização do clássico de 1999, Mewtwo Contra Ataca – Evolução não inventa a roda. Na verdade, busca trazer a nostalgia do primeiro filme de Pokémon com animações modernas. É um bom passatempo que cumpre, com alguns deslizes, o que promete.

Para aqueles que já são acostumados com o canal, Pokémon é um assunto recorrente. Já falamos sobre o histórico de vendas dos últimos lançamentos, Sword e Shield. Também falamos do banimento completo da franquia na Arábia Saudita. Assim como outros países que tem certas restrições, em especial com o aplicativo Pokémon Go. Contudo, vamos sair da mídia dos jogos eletrônicos, e entrar para os longas metragens. A Netflix disponibilizou recentemente a versão remasterizada de Mewtwo Contra Ataca. Originalmente lançado em 1999, o filme foi refeito para o padrão tridimensional. Seu título passou a ser Pokémon: Mewtwo Contra Ataca – Evolução. Agora, resta a seguinte pergunta, o longa vale realmente a pena ou é apenas perda de tempo e de dinheiro investido? É o que vamos ver a seguir.

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Pokémon e seu banimento completo na Arábia Saudita

Estrelas judaicas, triângulos maçons e a Teoria da Evolução. Esses foram alguns dos argumentos que fizeram toda a franquia Pokémon ser banida da Arábia Saudita.

Quem aqui não conhece a franquia Pokémon? Embora altamente popular na década de noventa do século passado, Pikachu e companhia ainda tem motivos para se orgulhar. Com um anime em sua enésima geração, é no campo dos jogos eletrônicos que Pokémon tem seu maior nicho. Não por menos, seus últimos lançamentos, Pokémon Sword e Shield para o Nintendo Switch vendeu. E vendeu bem, mesmo depois de tamanha repercussão negativa em relação a preparação do título. Claro que a febre também foi renovada com o aplicativo Pokémon Go, que coloca as criaturas no mundo real com a realidade aumentada. Não por menos, o aplicativo foi um dos mais baixados no mundo, e é possível encontrar no Youtube uma multidão correndo pelas ruas em busca destas criaturas. Porém, existem países onde Pokémon é taxativamente proibido, e sob nenhuma hipótese pode ser jogado ou visto.

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Análise Thief Simulator (Switch)

Thief Simulator (Switch) mostra que o crime não compensa. Uma aventura que peca em gráficos, jogabilidade e inteligência.

O computador é a principal plataforma de jogos de simulação. Não por menos, Roller Coaster Tycoon, Zoo Tyccon, The Sims e Sim City são apenas alguns dos nomes de sucesso. Que fizeram sua popularidade nesta plataforma. Em tempos de que cada vez mais se opta por jogos multiplataforma em busca de um público consumidor em potencial, desenvolvedoras de jogos fazem ports de seus títulos. E é aqui que entramos com Thief Simulator, um simulador, como o próprio nome diz em que você é um ladrão. Seu dever é assaltar casas para sobreviver. Estando em inglês, português e vários outros idiomas, incluindo o russo, o game está a US$ 3,99 na e-Shop do Nintendo Switch. Resta saber se ele vale a pena.

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Pokémon Sword e Shield vendem 6 milhões de unidades ao redor do mundo em sua semana de lançamento.

A mais nova versão da franquia de jogos Pokémon foi lançada para o Nintendo Switch. Pokémon Sword e Shield podem ter deixado exaltado alguns fãs com a corte de alguns monstros de bolsos, assim como os gráficos de antes do lançamento. Contudo, os números não mentem, e a franquia ainda pode respirar aliviada pelo menos do que se diz a vendas. No Reino Unido, onde a região de Galar é baseada, os título ficaram no Top 5 dos mais vendidos da semana. A versão Sword ficou em primeiro lugar, já a Shield em terceiro. Entre eles, Star Wars Jedi: Fallen Order, multiplataforma também foi destaque.

Para efeitos de comparação, Pokémon Sword e Shield vendeu mais de 33% do que Pokémon Black e White. Títulos lançados em 2010 para o Nintendo DS representando a Quinta Geração. Já em relação aos remakes Let’s Go Pikachu e Eevee, a diferença é ainda maior. 53% do total. Mesmo com números estrondosos, ainda assim não é recorde da franquia no território. Esse estando ao cargo de Pokémon Sun e Moon, lançados em 2016 para o Nintendo 3DS. Mesmo assim, Sword e Shield são um dos maiores lançamentos de exclusivos no Reino Unido.

Já no Japão, terra natal da franquia, o resultado é igualmente estrondoso, e com números desta vez. Segundo a revista Famitsu, Pokémon Sword e Shield venderam nada menos do que 1.36 milhões de unidades em apenas três dias de seu lançamento. Isso é claro, sem contabilizar as cópias digitais, que não são calculadas pela revista. Isso torna o título o mais vendido de toda a biblioteca do Nintendo Switch. Quem detinha o pódio anteriormente era Super Smash Bros. Ultimate, lançado em Dezembro de 2018. O game, que atualmente é o único representante da Nintendo a ser indicado a Jogo do Ano, vendeu 1,23 milhões de unidades quando chegou ao mercado.

Por fim, e não menos importante, somando os dados de todos os territórios, a The Pokémon Company tem bastante a comemorar. Junto, as duas versões somaram ao todo mais de seis milhões de cópias vendidas ao redor do mundo em uma semana. Sendo assim, se tornaram o maior lançamento até então do Nintendo Switch. Novamente desbancando Smash Bros. como o mais vendido. Além disso, os títulos podem não ter conseguido ser os maiores lançamentos da franquia no Reino Unido. Contudo, no mundo todo, Pokémon Sword e Shield são os melhores lançamentos de um jogo da franquia principal de Pokémon.

Pokémon Sword e Shield se passa no continente de Galar, baseado no Reino Unido. Com novas criaturas, essa é a primeira vez que a franquia Pokémon ganha um título de sua série principal para um console de mesa. Mesmo que seja um híbrido. Os títulos já estão disponíveis desde 15 de Novembro e são sucessores de Pokémon Ultra Sun e Ultra Moon. Os últimos lançamentos para o Nintendo 3DS baseados em Alola.

Fonte: The Verge, Eurogamer e Tecmundo.

Death Stranding, Smash Bros. Ultimate e Resident Evil 2 são alguns dos indicados a melhor jogo de 2019.

Control, Sekiro: Shadows Die Twice e The Outer Worlds também foram nomeados. Eles, junto de Death Stranding, Super Smash Bros. Ultimate e Resident Evil 2 disputarão o título de melhor jogo de 2019.

Se o mundo dos cinemas tem o seu Óscar, o mundo dos jogos eletrônicos tem o mesmo tipo de honraria. Pelo menos com um nome diferente. O The Game Awards 2019 teve sua lista completa de nomeados publicada por Geoff Keighley. A data da celebração também já está marcada, 12 de Dezembro de 2019. E poderá ser assistida pelos canais de streaming, assim como canais de redes sociais como o Twitter e o Facebook. O principal prêmio da noite, o de jogo do ano (o Game of the Year) tem em seu páreo seis concorrentes. O primeiro deles é Death Stranding, título produzido exclusivamente para o PlayStation 4 por hora por ninguém menos que Hideo Kojima, a mente por trás do clássico Metal Gear. Lembrando que o título também tem lançamento indicado para o PC em algum momento de 2020.

Da finlandesa Remedy Entertainment temos o multiplataforma Control (PlayStation 4, Xbox One e PC). Trata-se de um título com a perspectiva em terceira pessoa, misturando armas de fogo com poderes sobrenaturais. Como é o caso da telecinese. Lembrando que o estúdio já foi responsável por outros títulos consagrados pela crítica, como Quantum Break e Alan Wake. Sendo o primeiro inclusive feito com a parceria do Xbox Game Studios.

Vindo de uma franquia mais do que consagrada, Resident Evil 2 também entra no rol de selecionados, levando a Capcom a ser um dos estúdios nomeados. Mesmo sendo um remake do clássico de 1998, as novas versões para PlayStation 4, Xbox One e PC esbanjam qualidade de acordo com a crítica. Afinal, foram completamente refeitas do zero com uma nova engine da empresa. Com diferenças na jogabilidade com referências ao jogos mais recentes da franquia, Resident Evil 2, em sua apresentação na E3 de 2018 ganhou nada menos do que o prêmio de melhor show.

Da nipônica From Software (que tem em sua bagagem nada menos do que Dark Souls). E publicado pela Acitvision, temos Sekiro: Shadows Die Twice, também um multiplataforma para PlayStation 4, Xbox One e PC. O jogo, que engloba furtividade, exploração e combate se passa em uma versão fictícia do período histórico Sengoku do Japão. O personagem acompanha os passos de um shinobi que tentar vingar seu clã. Sendo uma nova propriedade intelectual, o título fez sucesso em seu lançamento, conseguindo arrecadar mais de dois milhões de cópias em todo o mundo.

Outro dos nomeados, sendo o penúltimo total e o último multiplataforma é The Outer Worlds. Produzido pela americana Obsidian Entertainment com versões lançadas para PlayStaion 4, Xbox One, PC e em 2020 uma versão para o Nintendo Switch. O título nada mais é do que um RPG de ação que mescla a ficção científica até as últimas consequências. Megacorporações dominaram o mundo e com isso puderam ir atrás de outros planetas para terraformá-los. Além disso, facções foram surgindo no decorrer do tempo e a história do título tem o agrado de ser produzida de acordo com a dinâmica e escolhas do jogador.

Por fim, o mais antigo da lista, e um exclusivo do Nintendo Switch na lista é Super Smash Bros. Ultimate. Produzido pela Nintendo, o título foi lançado em 2018. Contudo, dado o mês de seu lançamento, Dezembro, ele não pode concorrer naquele ano em questão. Como promessa da franquia, é possível controlar qualquer personagem da Nintendo, inclusive agregados e lutar como se não houvesse amanhã, em cenários que lembram clássicos dos jogos eletrônicos. Como título de luta, Super Smas Bros. Ultimate foi nomeado e venceu pela revista japonesa Famitsu no título de melhor Jogo do Ano.

Sendo assim, dentre os seis nomeados, apenas um sairá vencedor com troféu de Jogo do Ano de 2019. Death Stranding, da Kojima Productions. Control, da Remedy Entertainment ou Sekiro: Shadows Die Twice, da From Software. Resident Evil 2 da Capcom, The Outer Worlds da Obsidian Entertainment ou Super Smash Bros. Ultimate da Nintendo. O resultado final só será disponibilizado em 12 de Dezembro de 2019. Com uma cerimônia em Los Angeles, Estados Unidos para a entrega dos principais prêmios do mundo eletrônico.

Fonte: Eurogamer e G1.