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Prévia: Monster Hunter Wilds (Multi) – Caçada de Outro Nível

Com uma versão beta na família Steam, PlayStation e Xbox, Monster Hunter Wilds deve melhorar, mas já mostrou o legado da Capcom na franquia.

Vitor Guariento por Vitor Guariento
fevereiro 11, 2025
em Capcom, Games, Microsoft, Prévia, Sony, Steam
Reading Time: 5 mins read
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Monster Hunter Wilds

Monster Hunter: Wilds (2025). Créditos: Capcom.

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Não é difícil encontrar verdades no mundo dos jogos eletrônicos. Que Pokémon é uma franquia de sucesso, mesmo com seu último lançamento, Pokémon Scarlet e Violet (2022), com sérios problemas de desempenho. Ou então, que God of War: Ragnarok (2022) fecha o universo nórdico com maestria, mantendo as mesmas características de quando Kratos se rebelava contra o Olimpo na Grécia. Junto dessas duas verdades, temos a de que Monster Hunter é um sucesso, especialmente no Japão, onde bate de frente outros clássicos, como Dragon Quest. Tendo seu último lançamento em consoles com Monster Hunter Rise (2021), a japonesa Capcom decidiu apresentar ao público, por uma versão Beta, o jogo Monster Hunter Wilds, estando disponível para PlayStation 5, Xbox Series e na Steam. E, embora passível de mudanças, sua gênese está presente e revela que caçar criaturas está ainda mais frenético e desafiador. Ou pelo menos, parece estar ainda melhor.

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MONSTER HUNTER WILDS SABE MUITO BEM SE APRESENTAR

Vamos direto ao assunto. Monster Hunter, como franquia, tem um foco especial na caçada de criaturas mortais, como Rathalos, Diablos e o Tigrex. A depender de suas características, é possível e necessário a alteração de seu armamento e do estilo de caça. Desde o uso de armas como machados e martelos gigantes, reduzindo a velocidade, porém aumentando seu poder de ataque. Ou então de lâminas mais rápidas e menores, melhorando a mobilidade para o desvio dos golpes do adversário. Essa necessidade continua. Afinal, o ecossistema de Monster Hunter é privilegiado ao possuir criaturas tão distintas e perigosas. É por isso que, após uma breve introdução, o jogador já será capaz de escolher o seu estilo de arma, algo que se torna de extrema importância e que pode transformar as horas dentro de Monster Hunter Wilds em completo desespero ou sucesso. Não tão desesperador, é claro, quanto Dark Souls: Remastered (2018).

Monster-Hunter-Wilds
Ecrã de Tela de Monster Hunter Wilds. Créditos: Capcom.

É então que, diante da escolha do jogador, a caça de um Chatacabra começa em um ambiente marcado pela beleza. Se, por exemplo, Monster Hunter 3 Ultimate (2013) tinha uma certa limitação espacial, esqueça completamente neste jogo. Essa é sem dúvida uma das maiores melhorias da Capcom. Todo o ambiente é livre para ser explorarado e contém vida consciente no qual o jogador pode observar sua interação. Seja em uma tempestade de areia, locais rochosos, cheios de flores ou até mesmo na repleta escuridão, não é só o adversário principal, elegantemente produzido e refinado. Essa biodiversidade e expansão reforçam a existência de vida e o impacto do jogo, detalhes que podem não parecer importantes, mas elevam a imersão de toda a criação do mundo, com criaturas ainda mais orgânicas e compreensíveis, mesmo que, na maior parte do tempo, seu destino seja a destruição para a criação de novos armamentos.

AS CUTSCENES ESTÃO ESTRANHAS, MAS NÃO APAGAM O DESEJO DA CAÇADA:

Em termos de desempenho, é possível dividir Monster Hunter Wilds em duas partes. No combate propriamente dito, há uma fluidez considerável, ainda mais com a movimentação do personagem. Os controles parecem ainda mais eficientes que os jogos anteriores. É possível montar nas criaturas, pular e esquivar conforme contra atacam com suas patas, línguas e garras. Há também a questão de que, embora pareça fácil destruir uma ou outra criatura, na verdade, existe um método correto para que o jogador não passe tanto tempo para destruir seu adversário. Nisso, até mesmo um modo tutorial se torna um facilitador opcional. Mas que, mesmo para os veteranos da franquia, é necessário observá-lo devido às mudanças ambientais de Monster Hunter Wilds. A história, aparentemente, é uma boa condutora da narrativa. Porém, não há muito o que destacar, afinal, somente o início da jornada é possível desbravar na versão beta do jogo.

Monster-Hunter-Wilds-001
Ecrã de Tela de Monster Hunter Wilds. Créditos: Capcom.

Porém, se, por um lado, o combate une o útil ao agradável, sendo frenético e de controles dinâmicos, sem grandes deslizes, por outro, é possível notar que as cutscenes e os personagens têm problemas. Tanto na versão de Series S, quanto na PlayStation 5, foi possível observar que esses momentos apresentam gráficos ainda mal polidos e personagens com certos polígonos desproporcionais. Obviamente, se tratando de uma versão Beta, é provável que os desenvolvedores da Capcom estejam refinando esses quesitos. Porém, é interessante reparar a diferença entre o mundo aberto, onde o combate e as criaturas se encontram, com momentos de história e acontecimentos passados, assim como a apresentação dos personagens. Existe inclusive uma espécie de blur em determinadas cenas que parecem ser as responsáveis por esconder algumas imperfeições. Claro que, longe de demonstrar algo ruim, é um desafio a ser derrotado até o lançamento oficial do jogo.

 

ALGO MAIOR E MAIS INTENSO ENTRARÁ NAS FILEIRAS DE MONSTER HUNTER:

No fim das contas, Monster Hunter Wild segue o sucesso da franquia, ao apresentar uma jogabilidade já conhecida e que de forma alguma está saturada. Porém, o que salta aos olhos é o mundo ainda maior para os jogadores, produzido pela já conhecida RE Engine, usada em franquias como Resident Evil e Street Fighter. Uma melhora que parecia ser o próximo passo, mas que jamais renega suas origens. Com problemas pontuais na estética, cada criatura está tão bem polida com seus cenários. É um deleite apreciar os momentos de caça e seus biomas. Disponível em português, Monster Hunter Wild consegue provar que a Capcom sabe o que faz. E, independente do PlayStation ou do Xbox, o jogo tem toda a fórmula necessária para agradar a todos. A dificuldade e os desafios de caçar criaturas tão distintas continuam, agora em um patamar ainda mais elevado com Monster Hunter Wild.

* Esta Prévia foi realizada através da versão Beta de Monster Hunter Wilds disponibilizada pela Capcom. Os acessos ocorreram pelo editor Matheus Brant na versão PlayStation 5 antes da Queda da PSN e pelo editor e revisor Vitor Hugo Guariento na versão Xbox Series S. O texto, assim sendo, é um compilado que representa estas duas versões. Está mais do que justificado o motivo do jogo ter sido um dos mais esperados do ano de 2025, com lançamento para o PlayStation 5, Xbox Series S/X e Steam.

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Source: Vítor Hugo Guariento
Via: Guariento Portal
Vitor Guariento

Vitor Guariento

Morador de Japeri – RJ (Baixada Fluminense para os mais íntimos). Bacharel em Ciências Econômicas pela UFRRJ e Pós Graduando em Defesa Nacional pelo IMES. Outrora Agente Administrativo, agora Auditor Federal. Campeão da Região de Johto e Herói de Hyrule. Fundador do Guariento Portal, site destinado a curiosidades e críticas de filmes e jogos em geral.

Comentários 1

  1. Vitor Guariento says:
    1 ano atrás

    Galera, só passando pra avisar que, por questões editoriais, estamos deixando aos poucos o X. Afinal, não é possível questionar uma rede social e se manter nela sabendo que existem similares. Desta forma, optamos pelo Bluesky. Além deles, também começamos a colocar as nossas coisas no Threads. Então, agradecemos se quiserem dar aquela olhada e seguir tudo isso e mais um pouco.

    Bluesky: https://guarientoportal.bsky.social
    Threads: https://www.threads.net/@guarientoportal

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