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Crítica: Conclave (2024) – Uma Jornada no Coração do Vaticano

Conclave (2024), de Edward Berger, entrega uma experiência cinematográfica. Ótimas atuações e uma direção segura dentro da beleza sagrada.

Vitor Guariento por Vitor Guariento
maio 7, 2025
em Análises, Filmes, Prime Vídeo
Reading Time: 7 mins read
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Conclave (2024). Créditos: Diamond Films.
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DECANO LAWRENCE … O PAPA MORREU:

Sede Vacante. Essa expressão em latim é usada quando o Trono de São Pedro, a liderança da Igreja Católica, está vago. E é na busca de um novo Papa para cerca de um bilhão de fiéis que o Colégio dos Cardeais se fecha na Capela Sistina para o Conclave. Essa cerimônia, esse rito, tem sua aparência datada de 1274, e desde então é, senão protagonista, um coadjuvante importante em filmes e livros sobre o tema. Conclave, de 2024, dirigido por Edward Berger, conhecido por Nada de Novo no Front (2022), ganha espaço como uma excelente experiência cinematográfica. Baseado no romance de Robert Harris, o filme adentra na escolha para a sucessão papal. A produção, liderada por Rory Aitken e Ben Pugh, apresenta uma narrativa envolvente que, com ótimas atuações e uma direção segura, carrega uma beleza sagrada envolta em intrigas e questionamentos entre fé e política, disponível no Prime Vídeo.

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Conclave (2024). Créditos: Amazon Prime Vídeo.

UM CONCLAVE COM ATUAÇÕES DE ALTO NÍVEL:

Sem dúvida, um dos melhores aspectos de Conclave é seu elenco e, consequentemente, sua atuação. A trama que leva para a escolha do próximo Papa conta com Ralph Fiennes, de Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005) como o Cardeal Thomas Lawrence, o decano responsável pela organização do evento. Sem dúvida, a narrativa de segredos e especulações circunda o decano, que sabe como ninguém ser comedido e preocupado com o futuro da Igreja. Assim como do conhecimento das facções em que se dividem os cardeais. Conclave ainda conta Stanley Tucci como o progressista Cardeal Bellini e John Lithgow, o questionável Cardeal Tremblay, que adicionam peso e autenticidade às tensões internas do Vaticano. As interpretações são carregadas de sutilezas, fundamentais para a imersão do público. Há uma guerra presente, mas ela é sentida por palavras, ações e emoções, e não com rifle e baioneta da Guarda Suíça.

A FOTOGRAFIA DE UM VATICANO CINEMATOGRÁFICO:

Se, por um lado, as atuações são sutis, a fotografia assinada por Mike Leigh é um deleite da imponência do Vaticano, de sua arquitetura, estética e figurino. Há um uso de tons dourados, vermelhos e de sombras densas para reforçar o clima opressivo. Afinal, há muitas variáveis em jogo do que simplesmente a escolha de um Papa. Cada plano parece cuidadosamente construído para destacar um isolamento interno e a responsabilidade dos cardeais. E o mesmo pode ser dito do figurino, de um vermelho vivo que sobressai desde os cantos mais escuros. Esse destaque também se enquadra na Edição de Conclave, que se mantém seguro na imagética que realça o roteiro do filme. Sem dúvida, um dos melhores em termos de Fotografia e Edição. E foi prontamente esnobado pela Academia de Arte dos Estados Unidos, que nem sequer o indicou em Fotografia. Essa inclusive é uma das principais partes de Conclave.

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Conclave (2024). Créditos: Amazon Prime Vídeo.

O SILÊNCIO DOS CARDEAIS E SUAS ORAÇÕES:

Junto dessa ideia de grandiosidade e responsabilidade por suas ações e escolhas no coração do Vaticano, Conclave é detentor de uma trilha sonora sutil, mas poderosa, composta por Volker Bertelmann. No entanto, essa trilha é uma coadjuvante, mas que precisa de espaço para brilhar no momento certo. Ela atua nos bastidores, elevando as emoções sem nunca se sobrepor à narrativa, que já é densa em sua essência, com conflitos internos que se destacam entre as diversas formas de pensamento dos cardeais. O uso do silêncio nos momentos mais desafiadores e dos ecos das vozes na Capela Sistina só aumentam a imersão do espectador. Esses são apenas alguns exemplos de como a trilha sonora pode ser silenciosamente essencial no cinema. Uma atmosfera tensa e comedida como a de Conclave pede uma trilha que aumente essa sensação, o que brilhantemente ocorre sem perder em nada a qualidade.

UMA CIDADE DO VATICANO MAIS REAL DO QUE A PRÓPRIA:

Pode não parecer, mas Conclave tem a primazia de focar suas estruturas com efeitos práticos. Como a Capela Sistina e outras áreas do Vaticano são fechadas para filmagens, o longa foi produzido dentro dos estúdios de Roma, o Cinecittà, contando com a recriação de elementos importantes do mundo católico, indo na contramão de outras obras, como Anjos e Demônios (2009), que preferiram o uso da já conhecida computação gráfica. Os efeitos especiais são utilizados com parcimônia, sendo praticamente impossível de serem identificados. A exceção ocorre da icônica fumaça branca que marca a escolha em definitivo do Colégio dos Cardeais. Essa tendência não é apenas um acaso, mas acaba reforçando o realismo da atmosfera respeitosa de Conclave e todos os seus elementos. É praticamente impossível de acreditar que o filme não tenha sido filmado no Palácio Apostólico ou por dentro das paredes de São Pedro.

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Conclave (2024). Créditos: Amazon Prime Vídeo.

DIREÇÃO SEGURA, COM BERGER NOVAMENTE NO FRONT:

Fechando todos os parênteses mais técnicos de Conclave, não há como não destacar a direção completamente segura de Edward Berger. O alemão, já consagrado e detentor de um Oscar, mostra novamente sua capacidade de explorar conflitos internos sem recorrer a momentos de espetacularização. Embora menos intimista que Dois Papas (2019), do brasileiro Fernando Meireles, não há uma ação imediata ou uma questão de urgência para que ele se torne um elemento de ação. O que, por si só, merece todas as dedicações do diretor que, ainda assim, conseguiu produzir uma estratégia que consegue agarrar o espectador com as reviravoltas e os segredos mais obscuros das vidas dos cardeais. Em suma, a direção segura de Berger torna Conclave um interessante estudo sobre poder e fé. Mas também de dúvida sobre as reais intenções e escolhas de um dos momentos mais críticos do mundo católico, a sucessão de São Pedro.

CONCLAVE É UM DRAMA POLÍTICO OU FÁBULA RELIGIOSA?

Muitos dos elogios a Conclave se devem também ao seu roteiro adaptado, produzido por Peter Straughan e responsável pelo único Oscar do filme. Embora não seja um filme em que o termo diversão possa ser indicado, Conclave prende quem busca uma experiência tensa com uma história potente com reviravoltas das mais delicadas. Os diálogos são intensos e os momentos de introspecção são capazes de passar mais informações do que momentos de fala entre os cardeais. Porém, isso exige atenção constante do público ao mesmo tempo que torna o filme mais lento na criação de sua jornada em busca de um novo Papa. Essa lentidão de Conclave é ainda mais sensível quando de sua duração, de exatos 120 minutos, e mesmo contando com um final no mínimo diferente do que esperava da escolha final do Colégio dos Cardeais. E do que a trama como um tudo escrevia.

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Conclave (2024). Créditos: Amazon Prime Vídeo.

AS VEZES, NÃO HÁ NECESSIDADE DE INOVAÇÃO:

A estrutura narrativa de Conclave é sem dúvida tradicional, com elementos de mistérios, enquanto o drama se faz presente, mesmo com elementos de comédia diferentes dos de Habemus Papam (2011). E, por isso mesmo, o filme evita excessos e artifícios mais modernos, que inclusive poderiam o descaraterizar. Nem sempre, uma produção precisa ter os trejeitos de inovação como Avatar (2009). Porém, dentro de sua estrutura, ela deve fazer sentido com todas as escolhas estéticas e de enredo para não passar a sensação de contradição. E Conclave consegue trazer para um mundo mais moderno uma narrativa clássica que homenageia os bons tons e um cinema dramático de qualidade. É louvável que um filme que fale sobre a escolha do soberano do Vaticano, da Santa Sé e do patriarca de um bilhão de fiéis consiga unir todas essas qualidades. E, ao mesmo tempo, se tratar de uma produção tão tradicional.

EXPECTATIVAS PARA A ESCOLHA DE UM SUMO PONTÍFICE:

Apesar de seu ritmo mais lento do que o visto em outras obras, Conclave sem dúvida cumpre com todas as suas promessas. O filme é detentor de uma história densa, conta com atuações memoráveis e uma atmosfera que prende a atenção. É um filme que exige do espectador, mas recompensa generosamente quem se entrega à experiência. Logicamente, pode não ser um filme para aquele espectador que espera um thriller mais explosivo e que tenha inúmeras teorias da conspiração. Porém, Conclave é elegante e senão uma homenagem a um momento de difícil discussão na Igreja Católica. A escolha de um Papa não se traduz apenas em uma eleição, mas também envolve as mudanças da sociedade no mundo moderno. E, entre elas, pautas que são mais caras à cristandade e o futuro do pensamento da Igreja. São questões extremamente profundas que Conclave faz questão de destacar em sua narrativa dramática.

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Conclave (2024). Créditos: Amazon Prime Vídeo.

DEPOIS DO CONCLAVE, TEMOS UMA NOTA: 9.0/10.0.

No fim das contas, e depois da fumaça branca saindo da chaminé, Conclave é um drama elegante. De certa forma, sustentado por interpretações potentes, em especial a de Ralph Fiennes. Porém, conta também com um grupo de apoio que sabe elevar a narrativa. Além disso, o longa também se destaca com uma trilha sonora imersiva e complementar à sua estrutura, direção impecável e fotografia soberba. Embora o ritmo possa afastar quem espera um thriller cheio de reviravoltas estridentes, o filme se destaca por mudanças potentes, mas sempre carregadas pela profundidade emocional das escolhas dos seus personagens. Essa atmosfera profunda e com tons quase intimistas fazem de Conclave um excelente filme para os espectadores que ousam entender um pouco mais do processo de eleição de um Papa. Gostou da Crítica? Não deixe de explorar outros dramas políticos aqui, no Guariento Portal e no IMDB.

Números

Conclave (2024)

9 /10

Conclave, filme de 2024 dirigido por Edward Berger, é um drama elegante. Sustentado por interpretações potentes, o longa também se destaca com uma trilha sonora imersiva e complementar à sua estrutura, direção impecável e fotografia soberba. Mesmo que toda essa estrutura leve algum tempo para aparecer.

PRÓS

  • Fotografia impecável e trilha sonora coesa.
  • Direção segura com uma edição de imagem impactante.
  • Ótimo uso de efeitos práticos para as áreas do Vaticano.
  • Atuação de um elenco estelar densa, mesmo que minimalista.
  • Uma homenagem para o que há de melhor no gênero drama.
  • A diversão do filme é o seu enredo conflituoso de política e fé.

CONTRAS

  • Mesmo com reviravoltas, há uma lentidão em seu roteiro.

Análise / Review

  • Diversão e Expectativa 0
  • Atuação dos Personagens 0
  • Enredo e Narrativa 0
  • Produção e Efeitos Especiais 0
  • Fotografia e Trilha Sonora 0
  • Direção do Filme 0
  • Inovação Cinematográfica 0

Melhor Preço:

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Source: Vítor Hugo Guariento
Via: Guariento Portal
Vitor Guariento

Vitor Guariento

Morador de Japeri – RJ (Baixada Fluminense para os mais íntimos). Bacharel em Ciências Econômicas pela UFRRJ e Pós Graduando em Defesa Nacional pelo IMES. Outrora Agente Administrativo, agora Auditor Federal. Campeão da Região de Johto e Herói de Hyrule. Fundador do Guariento Portal, site destinado a curiosidades e críticas de filmes e jogos em geral.

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