O que Crusader Kings II pode nos dizer sobre a Pandemia de Coronavírus

Dificilmente, o mundo real pode ser colocado em um jogo de simulação. Contudo, Crusader Kings II, título da Paradox, pode nos ensinar algumas coisas sobre pandemias, como a do Coronavírus.

Não é de hoje que aqui no Guariento Portal fazemos analogias entre o mundo real e os games. Civilization, por exemplo, uma das principais franquias de estratégia ainda em funcionamento é o maior exemplo. Foi usada para o conflito do choque do petróleo entre Arábia Saudita e Rússia. Também foi usado na quase conflito entre Irã e Estados Unidos. Desta vez, esqueceremos Civilization e iniciaremos a nossa discussão com um título chamado Crusader Kings, especialmente sua segunda versão. Disponível para PC através da Steam com uma infinidade de expansões, o jogo coloca o jogador na pele de um membro de alguma família nobre durante a Idade Média. Com todos os conflitos entre igreja, bruxas, palácios e é claro, doenças. Obviamente, esta analogia também remonta o momento histórico da Peste Negra para a atualidade do Coronavírus.

Leia mais

Análise de Horizon: Zero Dawn (PS4)

Gráficos soberbos, jogabilidade ideal e uma história intrigante são os componentes de Horizon: Zero Dawn. Sem dúvida, um dos melhores títulos do PlayStation 4.

Criar uma nova propriedade intelectual é uma faca de dois gumes. Pode dar muito certo, como pode ser terrivelmente errado. Mesmo assim, é uma forma de apostar em novidades no mercado. Em especial quando se fala de jogos eletrônicos. E, em um mundo onde a exclusividade é um chamativo, ter um jogo para chamar de apenas seu é uma ótima estratégia de marketing. Foi assim que a Sony, através de seu estúdio Guerrilla Games (de Killzone) buscou traçar novos rumos. Com a criação de Horizon: Zero Dawn, lançado em 2017 como exclusivo para PlayStation 4. Mesmo que agora o título venha a ter uma versão para o PC, Horizon foi uma aposta altíssima, combinando jogabilidade, enredo e quesitos técnicos em um mundo pós apocalíptico. Resta saber se todo esse esforço valeu a pena, e o que os jogadores do PC podem esperar de sua versão. Vale a pena?

Leia mais

Horizon: Zero Dawn é anunciado para o PC

Antes exclusivo do PlayStation 4, Horizon: Zero Dawn terá uma nova casa. Título será transportado para o PC para aumentar o mercado da empresa.

Em mundo competitivo como é o mercado dos jogos eletrônicos, qualquer passo é friamente calculado. Sony e Nintendo, cada uma de sua forma, mantém sua própria lista dos chamados exclusivos. Tradicionalmente, são jogos produzidos por suas subsidiárias que serão lançados unicamente para seus consoles. Ou então estas empresas pagam para que terceirizadas façam o jogo, porém com a garantia de fidelidade eterna. Contudo, este mercado foi pego com surpresa com a núncio oriundo da própria Sony. A gigante japonesa confirmou, numa passe inusitado que Horizon: Zero Dawn deixará de ser exclusivo da casa PlayStation. Sendo anunciado uma versão para o PC, que chegará no ano de 2020, e que já conta com uma prévia no Steam, o sistema de compras da Valve.

Leia mais

Entendendo a escalada do Oriente Médio com Civilization (PC)

Uma leve utilização de Civilization (PC) para tentar entender o conflito entre os Estados Unidos e Irã. A geopolítica é bem mais complicada do que parece.

Mais do que uma análise de jogos, hoje o assunto é um pouco diferente. Ao menos uma vez na vida, você deve ter escutado o nome da série Civilization. Lançado em 1991 e criado por Sid Meier, a série é um fenômeno, e está em sua sexta versão. Nela, é possível controlar uma nação e levá-la a glória, ou a derrota. Além de evoluir em tecnologias, o título eleva a diplomacia a um outro patamar. E, mesmo que sendo distinta da do mundo real, consegue passar a dificuldade que é a forja de acordos com nações tão díspares entre si. Claro que tudo isso é interessante quando estamos no meio de um simulador. Uma espécie de ambiente controlado. Agora, e quando as armas se tornam reais? As vezes simples ações podem ter consequências irreversíveis, em um estouro de um efeito borboleta.

 civilization-1

Leia mais

Análise Outlast (PC)

Em Outlast (PC), prepare-se para sustos e fortes emoções de um digno jogo de sobrevivência. Nos corredores do Monte Massive, somente há duas ações, escapar e esconder.

Quando se fala no gênero survival horror, o que vem a mente é claro são zumbis ou fantasmas. No entanto, o que todos podem ter em comum é a capacidade do jogador de se proteger. Seja por meio de armas ou de qualquer outra coisa que seja usada contra as hordas de inimigos. O jogador não é apenas um ente passivo, mas consegue destruir tudo aquilo que se encontra em seu caminho. Não é o que acontece em Outlast, título produzido pela empresa independente Red Barrels. Aqui, a passividade é levada até as últimas consequências, e não de um jeito ruim. Na pele de um jornalista, o jogador não tem armas. É somente você pronto para sobreviver. A questão é: custando cerca de R$ 7,59 no Steam, o jogo realmente vale a pena?

Leia mais

Análise Universe Sandbox 2 (PC)

Universe Sandbox 2 (PC) é o perfeito simulador de todo apaixonado por astronomia. Veja explosões de estrelas e impactos planetários na tela de seu computador.

Normalmente, os jogos seguem uma sequência predeterminada. O primeiro ato, o segundo, que desenvolve a história, e por fim, o terceiro, que encerra o argumento do título. Só que nem sempre isso acontece. Em especial com Universe Sandbox 2, título produzido para o serviço da Steam. Trata-se de um simulador das condições do Universo. Neste cenário, o jogador é livre para alterar condições como massa, gravidade, densidade e componentes químicos de estrelas, planetas e asteroides. Estando em inglês, português e outros idiomas, o simulador está com desconto, custando aproximadamente R$ 39,00 no serviço da Valve. Resta saber é claro se o simulador vale realmente a pena.

Leia mais

Death Stranding, Smash Bros. Ultimate e Resident Evil 2 são alguns dos indicados a melhor jogo de 2019.

Control, Sekiro: Shadows Die Twice e The Outer Worlds também foram nomeados. Eles, junto de Death Stranding, Super Smash Bros. Ultimate e Resident Evil 2 disputarão o título de melhor jogo de 2019.

Se o mundo dos cinemas tem o seu Óscar, o mundo dos jogos eletrônicos tem o mesmo tipo de honraria. Pelo menos com um nome diferente. O The Game Awards 2019 teve sua lista completa de nomeados publicada por Geoff Keighley. A data da celebração também já está marcada, 12 de Dezembro de 2019. E poderá ser assistida pelos canais de streaming, assim como canais de redes sociais como o Twitter e o Facebook. O principal prêmio da noite, o de jogo do ano (o Game of the Year) tem em seu páreo seis concorrentes. O primeiro deles é Death Stranding, título produzido exclusivamente para o PlayStation 4 por hora por ninguém menos que Hideo Kojima, a mente por trás do clássico Metal Gear. Lembrando que o título também tem lançamento indicado para o PC em algum momento de 2020.

Da finlandesa Remedy Entertainment temos o multiplataforma Control (PlayStation 4, Xbox One e PC). Trata-se de um título com a perspectiva em terceira pessoa, misturando armas de fogo com poderes sobrenaturais. Como é o caso da telecinese. Lembrando que o estúdio já foi responsável por outros títulos consagrados pela crítica, como Quantum Break e Alan Wake. Sendo o primeiro inclusive feito com a parceria do Xbox Game Studios.

Vindo de uma franquia mais do que consagrada, Resident Evil 2 também entra no rol de selecionados, levando a Capcom a ser um dos estúdios nomeados. Mesmo sendo um remake do clássico de 1998, as novas versões para PlayStation 4, Xbox One e PC esbanjam qualidade de acordo com a crítica. Afinal, foram completamente refeitas do zero com uma nova engine da empresa. Com diferenças na jogabilidade com referências ao jogos mais recentes da franquia, Resident Evil 2, em sua apresentação na E3 de 2018 ganhou nada menos do que o prêmio de melhor show.

Da nipônica From Software (que tem em sua bagagem nada menos do que Dark Souls). E publicado pela Acitvision, temos Sekiro: Shadows Die Twice, também um multiplataforma para PlayStation 4, Xbox One e PC. O jogo, que engloba furtividade, exploração e combate se passa em uma versão fictícia do período histórico Sengoku do Japão. O personagem acompanha os passos de um shinobi que tentar vingar seu clã. Sendo uma nova propriedade intelectual, o título fez sucesso em seu lançamento, conseguindo arrecadar mais de dois milhões de cópias em todo o mundo.

Outro dos nomeados, sendo o penúltimo total e o último multiplataforma é The Outer Worlds. Produzido pela americana Obsidian Entertainment com versões lançadas para PlayStaion 4, Xbox One, PC e em 2020 uma versão para o Nintendo Switch. O título nada mais é do que um RPG de ação que mescla a ficção científica até as últimas consequências. Megacorporações dominaram o mundo e com isso puderam ir atrás de outros planetas para terraformá-los. Além disso, facções foram surgindo no decorrer do tempo e a história do título tem o agrado de ser produzida de acordo com a dinâmica e escolhas do jogador.

Por fim, o mais antigo da lista, e um exclusivo do Nintendo Switch na lista é Super Smash Bros. Ultimate. Produzido pela Nintendo, o título foi lançado em 2018. Contudo, dado o mês de seu lançamento, Dezembro, ele não pode concorrer naquele ano em questão. Como promessa da franquia, é possível controlar qualquer personagem da Nintendo, inclusive agregados e lutar como se não houvesse amanhã, em cenários que lembram clássicos dos jogos eletrônicos. Como título de luta, Super Smas Bros. Ultimate foi nomeado e venceu pela revista japonesa Famitsu no título de melhor Jogo do Ano.

Sendo assim, dentre os seis nomeados, apenas um sairá vencedor com troféu de Jogo do Ano de 2019. Death Stranding, da Kojima Productions. Control, da Remedy Entertainment ou Sekiro: Shadows Die Twice, da From Software. Resident Evil 2 da Capcom, The Outer Worlds da Obsidian Entertainment ou Super Smash Bros. Ultimate da Nintendo. O resultado final só será disponibilizado em 12 de Dezembro de 2019. Com uma cerimônia em Los Angeles, Estados Unidos para a entrega dos principais prêmios do mundo eletrônico.

Fonte: Eurogamer e G1.