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Final Fantasy VII: Rebirth (PS5). O Hype Para a 3ª Parte – Crítica

Após um final aberto, muita expectativa cercaria esta sequência! Será que Final Fantasy VII: Rebirth, da Square Enix, fez jus ao seu destino?

Matheus Brant por Matheus Brant
janeiro 28, 2025
em Análises, Games, Sony, Square Enix
Reading Time: 10 mins read
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A CONTINUAÇÃO TÃO AGUARDADA

Eu não posso negar que fiquei um pouco decepcionado quando descobri que Final Fantasy VII Remake era só a primeira parte desse relançamento do clássico do PlayStation 1. Na hora, eu pensei ‘’pelo visto, a galera do PS4 vai jogar só a primeira parte… ’’. E não deu outra. Porém, não posso negar que fiquei ansioso por essa continuação, já que gostei bastante da primeira entrada. Mas, será que Final Fantasy VII: Rebirth (FFVII Rebirth) cumpriu as expectativas e deixou um Hype para a parte 3? Lançado em 29 de Fevereiro de 2024, sendo desenvolvido e publicado pela Square Enix, de Forspoken (2023) como um exclusivo temporário do PlayStation 5, tratando-se de um RPG de ação japonês, também conhecido como JRPG, em um mundo ‘’aberto’’.

O CLÁSSICO FLASHBACK:

FFVII Rebirth começa exatamente onde o Remake terminou. Com o grupo tendo saído de Midgard atrás do Sephiroth. Então, eles param em uma estalagem e Cloud começa a contar como o Sephiroth era antes de virar um maluco genocida. E é a partir desse flashback que o jogo começa!

FFVII: Rebirth
O menu é tão bonito quanto o primeiro

A BELEZA DA SINERGIA:

Primeiramente, vamos à parte mais importante, que é combate! FFVII Rebirth traz tudo de volta do Final Fantasy VIII: Remake (2020) e isso inclui a qualidade absurda e a sensação quase inigualável de atacar os inimigos com qualquer personagem! Então, vamos às adições. Agora, Cloud pode rolar enquanto explora o mundo e durante as lutas. Além disso, o parry está mais presente, podendo até transformar os danos recebidos em zero, caso você execute a ação no tempo correto!

Todavia, o mais legal são as habilidades de sinergia. Temos dois tipos. As que podemos usar a qualquer momento, como se unir a um personagem e executar um ataque carregado, ou outra (que usei bastante) onde você se junta com outro e ataca inimigos de longe (Red e Cloud podem fazer essa), etc. Mas, as mais incríveis são as de ataques especiais! Para liberar essas magias poderosas, é preciso usar as habilidades de arma com os personagens com quem você quer executar a habilidade.

FFVII: Rebirth
Sempre antes de um ataque de sinergia vai ter uma pose legal

APROVEITE E EQUIPE:

Por exemplo, se você quer que o Red e o Cloud usem a habilidade de sinergia deles, você precisa que ambos usem um número x de habilidades de arma (normalmente são 3 vezes) e aí basta selecionar a habilidade no menu de ação e atravessar o inimigo desejado! Além de muito fortes, elas são lindas! Outro detalhe é que enquanto dois personagens executam uma habilidade de sinergia, você pode trocar para o terceiro na equipe e usar um Limit, por exemplo, e causar um dano absurdo! É bom lembrar também que essa opção já existia na DLC da Yuffie. Porém, era mais simples e agora foi expandida de uma forma incrível! Um último detalhe sobre o combate é que agora podemos atacar os inimigos antes da batalha começar e, com isso, ganhar um reforço de BTA (a barra de ação) no início da batalha. Então, seja agressivo!

FFVII: Rebirth
Uma equipa sincronizada em combate, fica imbatível

O MESMO PH, EM OUTRA FUNÇÃO:

Em seguida, vamos falar das armas de FFVII Rebirth porque temos algumas alterações. Antes, a gente tinha a constelação que servia para fortalecer os atributos das armas com PH. Porém, isso foi totalmente removido no FFVII Rebirth. Agora, as armas vão se fortalecendo enquanto progredimos no jogo mesmo, e vamos liberando novas habilidades passivas, como aumentar o ponto de saúde, ou o ataque, e devemos escolher quais equipar.

Ou seja, cada arma vai ganhar atributos passivos diferentes, e você pode equipar alguns deles para se adequarem à build do seu personagem. Eu gostava das constelações, mas não achei a mudança ruim. Até porque, agora, o PH é usado nos fólios, que são novas árvores de habilidades que servem para desbloquear as magias de sinergia e também outras habilidades passivas exclusivas de cada personagem! Outro detalhe é que os pontos podem ser resetados. Então, se seu personagem não estiver do seu agrado, basta distribuir novamente!

Eu foquei totalmente em desbloquear as habilidades de sinergia

CHEFÕES EMOCIONANTES!

No mais, temos a mesma mecânica de habilidades de armas e proficiência. Sem falar nas matérias e nos outros equipamentos que seguem com a mesma dinâmica. E, como falei das armas, quero só tirar um tempinho para falar dos inimigos. FFVII Rebirth conta com uma ótima variedade de inimigos! Para você ter uma ideia, eu encontrei um inimigo novo no penúltimo capítulo! Realmente, os desenvolvedores se superaram aqui, já que o jogo é bem grande! Além disso, as batalhas com chefões continuam tão incríveis e cinematográficas quanto no Remake! Mesmo os chefões que retornam, continuam tendo uma batalha totalmente nova e tão divertida quanto a primeira vez! É ótimo ver que conseguiram alinhar um combate inacreditavelmente gostoso com uma boa variedade de inimigos! Square simplesmente brilhou!

FFVII: Rebirth
Não tem uma batalha ruim, sério!

MUNDO ABERTO, PORÉM DEPENDE:

Agora, vamos a parte mais trabalhosa e extensa de FFVII Rebirth. Se você está com fome, para, vai fazer um lanche, porque aqui a falazada vai comer solta! Chegou a hora de falar do que podemos fazer nos mapas! FFVII Rebirth, conta com uma estrutura de áreas abertas que não se ligam entre si (só no final do jogo). Então, a exploração é algo parecido com o que vimos no Pokémon Legends: Arceus (2022). E, assim como no Legends, você vai encontrar muita coisa para fazer nos mapas! Todo mapa conta com algumas missões padrão, mas que irão aumentar de dificuldade ao longo do jogo. Temos as torres clássicas que aqui servem para liberar a localização das missões e não a visibilidade do mapa.

FFVII: Rebirth
É fato que eles capricharam tanto no tamanho quanto no visual das áreas abertas

APANHANDO DOS SUMMONS:

E dentre as missões, você vai encontrar desafios de combate, coleta de recursos nas nascentes que vão liberar conhecimento sobre a região, fortalecimento ou enfraquecimento de Summons. Aqui quero parar e explicar: você libera eles quando os derrota no simulador do Chadley (que tem vários outros desafios de combate). Porém, eles são bem fortes se você enfrentar eles logo de cara. Mas, caso você consiga liberar eles no mapa, você consegue desafiá-los, em até três níveis, no simulador. Além de deixá-los mais fortes caso você libere eles de primeira! É um desafio interessante, mas se prepare para a surra!

Além disso, temos as missões das protorrelíquias que são as mais criativas, já que em cada mapa elas são diferentes! Como uma que são várias partidas de Forte Condor (e eu odiei cada partida inclusive), ou outras que são vários minigames onde devemos derrotar os Cactuars com personagens específicos. E cada relíquia gera uma ceninha especial! São as missões mais difíceis (e mais chatas), mas se você tiver paciência, vale a pena fazer todas! Fora isso, ainda temos minigames de moogle, caça ao tesouro com os Chocobos além de várias missões secundárias, iguais às que vimos no Remake! O que não vai faltar é conteúdo!

FFVII: Rebirth
O minigame de escanear os summons é bem tranquilo! Faça todos!

UM GRUPO UNIDO É UM GRUPO FORTE!

Inclusive, é bom ressaltar que nós temos o nível do grupo. Esse nível é aumentado fazendo missões, e as secundárias têm um papel essencial nisso porque algumas são feitas apenas com dois personagens, como a das galinhas (ótima missão inclusive) que é feito por Cloud e Red, e isso fortalece a relação entre os dois! O nível do grupo serve para liberar novas habilidades no fólio! Ou seja, se quiser mais magias de sinergia, aumente o nível do seu grupo! Sem falar que é possível até ter um encontro com um personagem com o qual você tem boa relação! Então, se atente a isso já que temo opções de diálogo agora e isso inclui conversas entre Cloud e outro personagem!

Juntamente com a exploração, vêm os recursos que são muito importantes no FFVII Rebirth. Pouco após começarmos o jogo, ganhamos um transmutador de itens. Ele serve para criarmos tanto itens de cura, quanto travesseiros (que servem para descansar nos pontos de Chocobo), e também equipamentos e até itens de missão! Para isso, basta coletar os recursos espalhados pelo mapa e que resetam de tempos em tempos! Você vai se ver na maioria do tempo apertando triângulo para pegar vários itens no chão! Para quem, assim como eu, adora catar coisas, é um deleite sem fim!

As vezes você vai encontrar muitos recursos juntos. E essa é a definição de felicidade.

A FAMÍLIA CHOCOBO:

E, aproveitando que falei da exploração, é bom falar em como podemos fazer isso, e é aqui que entram os grandes Chocobos do FFVII Rebirth! O jogo conta com uma variedade ótima de montarias, seja com carro, avião ou com a diversidade dos Chocobos que contam com habilidades (e cores) exclusivas para cada região! Você vai achar Chocobo de plana no ar e até chocobo que escala parede! O único lado ruim é que para capturar a nossa ave, devemos fazer uma sequência de stealth que às vezes pode ser absurdamente irritante (principalmente no final do jogo). Mas, depois que você pega, é possível até editar o neném com armadura, capacete e botinhas! É incrível, eu saio do jogo apaixonado pelo Chocobo filhote que fica nos pontos de descanso!

O stealth é realmente muito chato, não há como negar. Sorte que são poucas vezes

É HORA, DO DUELO!

Então, vamos à parte que mais me surpreendeu no FFVII Rebirth que foi a quantidade absurda de minigames durante a campanha. E eu nem estou falando somente do Golden Saucer, que é a Las Vegas desse universo. Eu falo no jogo todo mesmo, você vai encontrar minigames de todos os tipos imagináveis! Desde o Queen’s Blood que é um jogo de cartas bem feito e divertido (mas requer dedicação, senão vai parecer que você está jogando contra o Yugi), até uma luta mano-a-mano usando bonecos virtuais.

Sem falar nas corridas de Chocobo (meu minigame favorito), e no clássico Coliseu. Sendo bem sincero, é capaz de você se cansar de fazer minigame porque realmente são muitos! Mas, da mesma forma, é impossível você não ter pelo menos uns dois que goste muito, devido à variedade! Foi realmente mais um acerto absurdo da Square, já que todos são opcionais (mesmo que alguns você tenha que jogar ao menos uma vez). Ou seja, expande a campanha sem ser algo invasivo! Muito legal mesmo! Fora eventos menores, como as missões de fotografia, ou a coleta das partituras de piano (e o piano é tão incrível quanto o violão em The Last of Us: Part 2 (2020)).

Queen’s Blood é o tipo de jogo que só é divertido quando você ganha

CAÇA AOS ENCAPUZADOS:

Em seguida, vamos à parte que mais me deixou com sentimentos mistos no FFVII Rebirth que foi a sua história. Logo depois do flashback, podemos controlar o grupo normalmente, e acabamos chegando na primeira cidade. Lá, depois de um pequeno passeio, recebemos a visita de Shinra que, obviamente, está furiosa com a nossa equipe. Então, temos que fugir por um túnel e acabamos caindo na Pradaria, a primeira área aberta do jogo. Com a missão de seguir os Soldiers encapuzados que estão envenenados por Mako, e, por algum motivo, estão indo atrás do Sephiroth e é aí que a trama começa de vez!

Então, essa é a história do FFVII Rebirth. Não tem mais, nem menos. O nosso objetivo é uno. Seguir os caras. E é muito ruim! De verdade. A história do Remake é ótima, ver os planos da Avalanche, o quanto a Shinra é sacana, entre outras coisas. Aqui é ficar o jogo inteiro seguindo homens zumbificados, que não agregam em nada e a história simplesmente não anda. É como se eles fossem um marcador gigante que devemos seguir. Para você ter uma ideia, a história desenrola no final do capítulo de Gongaga, e depois somente nos dois últimos capítulos do jogo. Nos outros, simplesmente nada acontece! É só enrolação, e isso foi muito broxante!

A história tem seus momentos, mas no geral…

UM RITMO TERRÍVEL:

Entretanto, durante a trama, nós temos vários momentos onde o background dos personagens vai ser explorado e essas sequências são ótimas! Em especial, a história do Barret e da Aerith me pegaram de jeito! Na do Barret eu fiquei muito sentido, enquanto na da Aerith eu queria jogar a manete na TV porque fiquei chocado com o quão cruel o ser humano pode ser!

Ou seja, ela tem sim seus pequenos momentos, porém, ela carece daquele fator ‘’uau’’ que temos na primeira jornada. É algo bem sem graça. Inclusive, conversando com um amigo, chegamos à conclusão de que realmente eles adaptaram o segundo CD, lá do PS1, que é onde você passa mais tempo fortalecendo seus personagens para a conclusão no CD 3. E faz muito sentido, porque é como se não tivesse o que contar aqui. Eu vi pessoas que amaram a história e pode ser o seu caso! Mas para mim, foi uma das mais sem sal que já vi em um RPG (se não for a mais!).

Apesar dos pesares, a trama consegue deixar um hype para a parte 3

UMA TRILHA ESPETACULAR:

Por fim, vamos à parte técnica de FFVII Rebirth e, assim como o Remake, temos um show em várias partes. Começando pela trilha sonora, que eu não consigo parar de elogiar! De verdade. Final Fantasy é um exemplo a ser seguido quando o assunto é trilha! O único que não deu aula nesse aspecto foi  Crisis Core: Final Fantasy VII – Reunion (2022). Já o resto?! Chega a emocionar! Já sobre os gráficos, temos cenários lindos! E ceninhas maravilhas! Sem falar nos efeitos de partículas que são maravilhosos! É um jogo que também enche os olhos, mas que a água não me agrada na maior parte dos locais. Porém, temos expressões faciais boas e uma pelagem (como as dos Chocobos) linda!

Existem vários momentos onde tanto a trilha quanto os gráficos dão um show a parte

A DIVERSÃO NA EXPLORAÇÃO:

Para fechar, eu quero falar sobre a evolução no level design! Como eu disse na minha análise do Remake, essa foi a parte de que menos gostei. E aqui, como já adiantei, temos muitas coisas legais para fazer! Eu fiquei decepcionado pelo fato de os mapas não serem um mundo aberto, grande e interligado. Mas, mesmo assim, ficou claro que todas as áreas foram feitas com muito carinho e dedicação da equipe!

Não é o melhor mundo aberto que eu já joguei, nem de perto. Mas, é incrivelmente divertido! Tiveram vários mapas que eu simplesmente me vi fazendo 100% porque não conseguia parar de explorar, lutar, coletar itens e até ajudar alguns NPCs (inclusive tem missões bem legais! Não tenha medo de fazer). É uma exploração bem divertida! Mas eu tenho uma dica: Assim que sair na Pradaria, vá direto para a missão principal! Não há nada para fazer no mapa antes de fechar a primeira missão no mundo aberto (é nela que você libera as torres). Eu andei por uma hora igual um idiota!

Eu gosto muito dessa dupla!

CONCLUSÃO:

Em síntese, FFVII Rebirth é uma daquelas sequências que eu adoro. Mantém tudo que deu certo no original e traz novidades muito gratificantes! Tem um combate simplesmente sensacional, uma trilha sonora memorável, personagens carismáticos, um mundo aberto divertido, gráficos bem bonitos e um level design bem feito! Seu único pecado é a história incrivelmente sem graça que não anda para lugar nenhum! Mas, traz o Zack de volta, ou seja, mais um acerto! Podendo ser completado em 45 horas, ele traz uma aventura que pode ir até as 147 horas caso você busque a platina! Eu acho muito difícil você ter gostado do Remake e não gostar do FFVII Rebirth! Inclusive, é capaz de você não ter gostado do anterior e gostar desse aqui! É, com certeza, um dos melhores jogos do ano e o jogo a ser batido em 2024!

Números

Final Fantasy VII: Rebirth

8.8 /10

Final Fantasy VII: Rebirth traz uma trilha sonora espetacular, gráficos muito bonitos, um combate inacreditável de tão bom, personagens carismáticos e uma exploração muito divertida! Porém, acaba pecando na sua história principal que é totalmente sem graça e com um ritmo horrível!

PRÓS

  • Um dos combates mais gostosos já feitos
  • Uma trilha sonora espetacular
  • Gráficos bem bonitos
  • Personagens carismáticos
  • Uma quantidade absurda de conteúdo
  • Exploração bem divertida

CONTRAS

  • História chata e totalmente desinteressante

Análise / Review

  • Jogabilidade 0
  • Trilha Sonora 0
  • Gráficos 0
  • História 0
  • Level Design 0
  • Inovação 0

Melhor Preço:

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Source: Zakarias
Via: Zakarias
Matheus Brant

Matheus Brant

Mineiro natural de Belo Horizonte, muito apaixonado por hack'n slash e JRPG. O maior fã de God of War que você vai conhecer, e espalhador oficial da palavra do Star Ocean The Second Story. Apreciador de animes e filmes. E cruzeirense desde novinho. Se tiver uma fofoca, eu sou todo ouvidos!

Comentários 4

  1. Bruno César O. Ramos says:
    1 ano atrás

    Não tenho PS5, então não tem como ter juízo de valor. Contudo, é interessante notar que a história seja um ponto negativo. Final Fantasy é conhecido por ser bom em seus histórias, ainda mais o VII que é meio que um clássico deles.

    Carregando...
    Responder
    • Matheus Brant says:
      1 ano atrás

      Simmm! Você jogou o original? Porque o Rebirth conta só sobre quando o original se torna “mundo aberto” e é uma parte onde, de fato, não tem muita historia. Então faz sentido não terem muita coisa pra expandir.

      Carregando...
      Responder
      • Bruno César O. Ramos says:
        11 meses atrás

        Bem, agora com o Switch 2 vou poder fazer juízo de valor sim!

        Carregando...
        Responder
        • Matheus Brant says:
          11 meses atrás

          Hahahahaha vdd vai da pra jogar a parte 1 nele! Na vdd todas as partes devem chegar

          Carregando...
          Responder

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