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Início Microsoft

Age of Empires II: Definitive Edition é um ótimo retorno para uma antiga franquia.

Vitor Guariento por Vitor Guariento
agosto 23, 2020
em Microsoft
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Age of Empires II: Definitive Edition é um ótimo retorno para uma antiga franquia.
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Age of Empires II: Definitive Edition é a versão mais completa, repaginada e essencial para os admiradores da franquia e de jogos neste estilo. Assim como para aqueles viajantes de primeira viagem.

Se perguntar para o mundo atual quem é a referência dos jogos para a Estratégia em Tempo Real. Certeza que a maior parte dirá que é famosa Civilization. Contudo, nos primórdios deste milênio, que não é muito tempo, outra franquia se vangloriava de ser o padrão deste gênero. Era Age of Empires, que ganhará um novo capítulo, o quarto, para o PC produzido pela Microsoft. Contudo, em homenagem aos vinte anos da franquia, Age of Empires II: Definitive Edition foi lançada. Em teoria, o game não é um reboot, mas sim um  remake retrabalhado para a atual geração de jogadores. Tentando assim unir o saudosismo daqueles que cresceram com a franquia quanto também buscar um novo público. Nesse cenário, o título se sai muito bem, e agrada. Com algumas observações tanto o seu público cativo quanto os mais novos.

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De fato, a primeira diferença que será notada com Age of Empires II: Definitive Edition são seus gráficos. E isso realmente torna-se um trabalho espetacular da americana Microsoft em reproduzir novamente o game. Agora, com texturas que foram retrabalhadas do zero, torna-se um espetáculo que não era possível em 1999. Ano do lançamento do original. Verificar construções dos mais variados impérios, assim como os momentos de batalha em maior resolução, e dependendo das configurações de seu computador, em 4K é agradável. Lógico que, como o veterano Civilization, os gráficos não são os mais belos da geração. Contudo, não é algo que agrega ao estilo de Estratégia em Tempo Real. Sem dúvida, o título, mesmo sendo um remake, tem mais cara de remasterização bem trabalhada.

Claro que, para os mais saudosistas é possível jogar com os gráficos antigos do clássico inegável. Para isso, Age of Empires II: Definitive Edition permite que se troque as texturas e tudo mais como uma configuração. Em verdade, as texturas em alta resolução é que podem ser chamadas de um pacote de DLC. Mas é possível dizer com toda calma que, uma vez jogado com a modernidade gráfica, não há necessidade alguma de retornar as origens. Uma vez que o jogo é bem trabalhado, e a parcela de saudosismo está encravado. Mesmo com o brilho das novas configurações. Além disso, destaque-se que não somente os componentes visuais foram bem trabalhados. A trilha sonora também foi modelada, assim como as batalhas estão mais dinâmicas.

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Em termos de conteúdo, a Definitive Edition também não decepciona. Na verdade, é um mar de continuidade, com uma quantidade de fator gameplay absurda. Todas as campanhas do segundo capítulo estão presentes, e ao alcance dos jogadores. Egípcios, gregos e romanos são apenas três das civilizações do total de vinte e sete campanhas disponíveis. Incluindo também uma nova campanha, chamada de The Last Khans. Após as campanhas, Age of Empires II: Definitive Edition também agraciará com um modo multiplayer e a cereja do bolo, um editor. No total, somente no modo singleplayer, o jogador terá em torno de duzentas horas nativas de jogatina. Algo espetacular mesmo para os já longínquos jogos de Estratégia em Tempo Real. Contudo, se por um lado todas as campanhas clássicas estão disponíveis, elas tem um ar de novidade, e melhorias também em sua jogabilidade e na Inteligência Artificial de exércitos e seus inimigos.

Quanto a jogabilidade, é possível destacar uma facilidade maior com o crescimento de sua nação. Se anteriormente era possível ter apenas cinquenta moradores por casas, agora esse número aumentou para duzentos e cinquenta. As fazendas agora podem ser produzidas automaticamente, e melhor, em lotes. O que não ocorria no original. Tudo isso pode parecer pouco e simplório demais, mas foram mudanças que conseguiram deixar a narrativa ainda mais fluida. A inteligência artificial do exército também se encontra nesse rol, uma vez que através dos comandos eles encontram as rotas mais eficientes. Isso também serve para unidades coletoras, que fazem o mesmo. Contudo, nem tudo são flores, e por mais da atualização da inteligência, ainda assim existe uma dificuldade de se manusear exércitos muito grandes. Não por menos, é possível que parte deles fique preso em árvores ou em locais que pela lógica, facilmente poderiam ser transpassados.

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Pois bem, se todo este toque de modernidade de fato faz o jogo se manter atual para novos jogabilidades e nostálgicos para os já familiarizados. Age of Empires II: Definitive Edition tem nesse ponto o seu calcanhar de Aquiles. Por mais que as texturas tenham sido trabalhadas do zero pelo Xbox Game Studios, é inegável que sua renderização não ajuda na mobilidade do título. Sendo assim, possível problemas de otimização gráfica que acaba atrapalhando com as quedas de quadro por segundo. Em batalhas onde exércitos gigantescos se encontram e com as texturas de alta definição configuradas. É possível perceber claramente uma queda na taxa de quadros.

Especialmente quando tais conflitos se encontram perto de construções. Obviamente, isso não acontece quando se desabilita os gráficos mais avançados. Trata-se de uma escolha do jogador, aprimoramento gráfico com uma queda de desempenho. Porém, por mais que isso danifique um pouco a jogabilidade, ainda assim, ver as construções com um novo visual vale bem mais a pena do que a fluidez. Pelo menos para este título em questão.

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No fim, Age of Empires II: Definitive Edition é um ótimo trabalho do Xbox Game Studios, responsável pela remasterização do segundo título. Inicialmente lançado pela norte americana Ensemble Studios. O coração da franquia que se tornou um pilar de sustentação do gênero estratégia em tempo real está contido no título. O jogador, como comandante de um Império, deve colher recursos e fazer sua nação crescer, ao mesmo tempo em que forja alianças com outras nações e desmembra seus aliados em batalhas com exércitos gigantescos. Isso tudo, é claro com um conteúdo gráfico trabalhado e que chama a atenção dos mais novos. De fato, os gráficos de 1999 são datados para atualidade, e com esta versão, é possível chamar a atenção de um nicho de jogadores que não conheciam a franquia.

Mesmo com a queda na taxa de quadros para que a beleza gráfico se faça presente, o título abusa da quantidade de conteúdo para se jogar. Afinal, um título contar com mais de duzentas horas de jogo não é algo que se encontra regularmente. Especialmente fora do gênero ao qual Age of Empires se encaixa. As novidades sem sombra de dúvida se sobrepõe a qualquer percalço disponível na batalha das eras dos impérios disponíveis. E o jogador terá uma ampla variedade de missões, campanhas, batalhas e civilizações para explorar.

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Nota: 84 de 100. Produzido como uma agrado para a comemoração dos vinte anos da franquia. Age of Empires II: Definitive Edition, é, como o próprio nome diz, a versão mais completa, repaginada e essencial para os admiradores da franquia e de jogos análogos. Com uma interface aprimorada, gráficos elegantes, uma trilha sonora espetacular desde o seu nascimento, e um fator replay absurdo com um multiplayer disponível e um editor de fases. Essas são apenas uma das várias opções que o título promoverá. Mesmo para aqueles que desconhecem a franquia, esta é a versão para se iniciar neste mundo. Sem sombra de dúvidas, a perda de desempenho gráfico não é nada. Fica para segundo plano com todos os aprimoramentos que Age of Empires II: Definitive Edition é capaz de entregar.

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Tags: Age of EmpiresAnáliseGamesPC
Vitor Guariento

Vitor Guariento

Morador de Japeri – RJ (Baixada Fluminense para os mais íntimos). Bacharel em Ciências Econômicas pela UFRRJ e Pós Graduando em Defesa Nacional pelo IMES. Outrora Agente Administrativo, agora Auditor Federal. Campeão da Região de Johto e Herói de Hyrule. Fundador do Guariento Portal, site destinado a curiosidades e críticas de filmes e jogos em geral.

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