Crítica de Inferno (2016)

Prepare-se para um série de símbolos, pistas e mistérios. Inferno, baseado na obra de Dan Brown, trás Robert Langdon em mais uma aventura, a melhor da franquia.

É comum que mundos diferentes se colidam. Jogos eletrônicos são usados como bases para filmes. Silent Hill e Resident Evil são exemplos memoráveis. Já livros também costumam ser utilizados; O Dia em que a Terra Parou, Guerra dos Mundos, a franquia Harry Potter. Na verdade, é mais comum que livros tenham uma versão cinematográfica de seu enredo. E, completando uma trilogia, nasce assim Inferno, filme de 2016 estrelado por Tom Hanks e dirigido por Ron Howard. O longa é baseado no romance de mesmo nome, escrito por Dan Brown. É o mesmo escritor das outras duas peças de Robert Langdon, o personagem principal vivido por Hanks; O Código da Vinci e Anjos e Demônios.

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Crítica de O Exorcismo de Emily Rose (2005)

Com uma forma diferente de falar sobre o tema, O Exorcismo de Emily Rose é um ótimo filme de terror. Investigação, tensão e todo o confronto psicológico e sobrenatural se reúnem numa história terrivelmente densa.

Normalmente, filmes do gênero terror se focam em duas supostas premissas. Ou o terror psicológico, em que não sabemos se aquilo que pode ser sobrenatural de fato está acontecendo. Ou então com o terror sobrenatural, aquele em que desde o início sabemos que fantasmas ou espíritos das trevas assombram a maior parte dos personagens. Dos dois lados existem clássicos, como O Iluminado e O Exorcista respectivamente. Porém, não é difícil de encontrar longas que misturem estas duas existências. O diretor Scott Derickson escolheu este caminho quando foi o responsável pelo longa O Exorcismo de Emily Rose. A história, baseada em fato ocorrido na Alemanha em 1971 mostra a possibilidade de que uma jovem esteja possuída por uma entidade maligna. E cabe a um Padre ajudar a menina a se livrar da situação. Resta saber é claro se o filme atende as expectativas.

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Crítica de Chernobyl – Sinta a Radiação (2012)

Tendo pano de fundo a cidade de Pripyat, Chernobyl – Sinta a Radiação é ruim e morno. Por mais que sua atmosfera, no início possa envolver, o roteiro consegue estragar toda a experiência em ser tão previsível.

Lugares reais podem ser uma inspiração para longas metragens e para jogos eletrônicos. Centralia, uma cidade dos Estados Unidos foi o pano para a criação da temida Sillent Hill, do game homônimo. A Floresta de Aokigahara foi cenário para o filme estadunidense chamado Floresta Maldita. No meio destes lugares especiais, Chernobyl é um nome batido e comum. Quando, em 1986, um dos reatores nucleares da Usina derreteu, espalhou radiação por toda a localidade, em especial Pripyat. A maior parte dos moradores foram evacuados, sendo que alguns sequer conseguiram levar seus pertences. Hoje, a cidade é exemplo de cidade fantasmas, sendo palco de um filme estadunidense de 2012. No Brasil, o longa se chamou Chernobyl – Sinta a Radiação, enquanto que em sua terra natal é Chernobyl Diaries. Resta saber se mesmo com um cenário de suspense, o longa atende as expectativas e se sobressai diante de outros longas do mesmo gênero.

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Análise de Darksiders 2: Deathnitive Edition (Switch)

Mesmo no apocalipse, Darksiders 2: Deathnitive Edition tem seu espaço cativo. Uma ótima mistura de RPG e Hack’n’Slash para passar o tempo.

É comum que quando um jogo faz certo sucesso ele ganhe versões remasterizadas. Acontece com Resident Evil da Capcom, e vai acontecer com Horizon: Zero Dawn. O título, que tem análise aqui no Guariento Portal terá uma versão para o PC no segundo semestre de 2020. Trata-se de uma forma de retornar todo um trabalho, com algumas melhorias. E apresentá-lo para um novo grupo de jogadores, aumentando a sua base instalada. Nos idos de 2012, a extinta THQ apresentou ao mundo Darksiders II. O game, uma sequência do primeiro título, coloca o jogador na face da Morte, um dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Somente em 2019 que Darksiders 2: Deathnitive Edition foi lançada para o Nintendo Switch, o híbrido da Nintendo. Resta saber se o game, custando por volta de 29,99 dólares na rede virtual da plataforma vale a pena.

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Análise de Horizon: Zero Dawn (PS4)

Gráficos soberbos, jogabilidade ideal e uma história intrigante são os componentes de Horizon: Zero Dawn. Sem dúvida, um dos melhores títulos do PlayStation 4.

Criar uma nova propriedade intelectual é uma faca de dois gumes. Pode dar muito certo, como pode ser terrivelmente errado. Mesmo assim, é uma forma de apostar em novidades no mercado. Em especial quando se fala de jogos eletrônicos. E, em um mundo onde a exclusividade é um chamativo, ter um jogo para chamar de apenas seu é uma ótima estratégia de marketing. Foi assim que a Sony, através de seu estúdio Guerrilla Games (de Killzone) buscou traçar novos rumos. Com a criação de Horizon: Zero Dawn, lançado em 2017 como exclusivo para PlayStation 4. Mesmo que agora o título venha a ter uma versão para o PC, Horizon foi uma aposta altíssima, combinando jogabilidade, enredo e quesitos técnicos em um mundo pós apocalíptico. Resta saber se todo esse esforço valeu a pena, e o que os jogadores do PC podem esperar de sua versão. Vale a pena?

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Crítica de Castlevania: Temporada 3

Partindo do exato ponto da temporada anterior, Castlevania mantém sua essência com melhorias. Com algumas perguntas e poucas respostas, a nova temporada se destaca em qualidade no catálogo da Netflix.

Se mês passado a Netflix estreou em seu catálogo a remasterização do primeiro filme de Pokémon, dessa vez o serviço de streaming traz mais uma novidade. Trata-se da Terceira Temporada de Castlevania, série em animação baseada nos jogos de sucesso da Konami. Que já renderam clássicos como Castlevania: Symphony of the Night para o PlayStation 1. Sem dúvida, considerado um dos melhores jogos da franquia pela mídia especializada. Contudo, no ramo da animação, somos apresentados ao grupo de protagonista. Trevor Belmont, o último representante de uma família caçadora de demônios e criaturas do Inferno. Sypha, uma Oradora e Maga e Alucard, ninguém menos do que o filho de Drácula. Fruto do relacionamento do vampiro supremo com uma mortal, Lysa. Agora, com a morte de Drácula no final da segunda temporada, a série consegue se sustentar sem o seu principal antagonista? É o que vamos ver agora.

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Crítica de Pokémon: Mewtwo Contra Ataca – Evolução

Remasterização do clássico de 1999, Mewtwo Contra Ataca – Evolução não inventa a roda. Na verdade, busca trazer a nostalgia do primeiro filme de Pokémon com animações modernas. É um bom passatempo que cumpre, com alguns deslizes, o que promete.

Para aqueles que já são acostumados com o canal, Pokémon é um assunto recorrente. Já falamos sobre o histórico de vendas dos últimos lançamentos, Sword e Shield. Também falamos do banimento completo da franquia na Arábia Saudita. Assim como outros países que tem certas restrições, em especial com o aplicativo Pokémon Go. Contudo, vamos sair da mídia dos jogos eletrônicos, e entrar para os longas metragens. A Netflix disponibilizou recentemente a versão remasterizada de Mewtwo Contra Ataca. Originalmente lançado em 1999, o filme foi refeito para o padrão tridimensional. Seu título passou a ser Pokémon: Mewtwo Contra Ataca – Evolução. Agora, resta a seguinte pergunta, o longa vale realmente a pena ou é apenas perda de tempo e de dinheiro investido? É o que vamos ver a seguir.

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