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[Lista] 15 Jogos do Switch 2 que Já Mostram a Força do Console

De Zelda à Cyberpunk, o Switch 2 tem uma seleção de jogos com gráficos afiados, estilos diversos e jogabilidade envolvente para todo mundo.

Vitor Guariento por Vitor Guariento
julho 11, 2025
em Games, Lista, Nintendo
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Tears of the Kingdom. Lista de Jogos no Switch 2.

Tears of the Kingdom. Lista de Jogos no Switch 2.

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Comprou um Switch 2? Então, essa é uma lista do que está a disposição.

O Nintendo Switch 2 chegou aos mercados e bem… Ele não explode, não engasga, tem a biblioteca de seu antecessor novos títulos. Sim, parece um sonho que se transformou em realidade em Junho de 2025. Agora temos gráficos ainda mais polidos, uma jogabilidade mais estável e jogos que não parecem ter saído direto de um micro-ondas em chamas. Desse modo, a nova geração da Nintendo já começa com um catálogo que mistura pesos pesados, revitalizações dos mais diversos estilos e a cooperação online. Então senta, conecta o seu Joy-Con na rua, na chuva ou na fazenda e vem ver os 15 melhores jogos já disponíveis. Pelo menos até agora, pois o futuro guarda ainda mais lançamentos na joia da coroa da Gigante de Kyoto.

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#1 – The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom.

The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom
The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (2023). Créditos: Nintendo.

The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom é a prova de que a Nintendo sabe brincar de mundo aberto. Aqui, Link vira engenheiro civil e físico quântico. Inegavelmente, a exploração foi ampliada. Além da superfície de Hyrule, temos ilhas flutuantes e um subsolo gigantesco. E aliás, sem telas demoradas de carregamento. A narrativa é profunda e cheia de revelações. Com 80 a 120 horas de conteúdo, o jogo não economiza em desafio ou criatividade. O desempenho no Switch 2 é estável, com visuais aprimorados e um mundo mais vivo do que nunca. É um jogo que redefine aventura sem deixar de lado o charme clássico da série, evoluindo tudo que foi visto com Breath of the Wild (2017). Se fosse um filme, seria a versão do diretor.

#2 – Mario Kart World.

Mario-Kart-World
Mario Kart World (2025). Créditos: Nintendo.

A nova versão da franquia Mario Kart chegou acelerando com tudo. Gráficos atualizados, pistas inéditas e um modo online que entra na Era Moderna. Mario Kart World mantém as mecânicas de drift e itens clássicos, mas adiciona um sistema de progressão e um mundo aberto. Assim, a IA foi ajustada, os controles estão mais precisos e o caos continua insano. É aquele jogo que começa como diversão e termina em uma crise diplomática pior que Estados Unidos e China. Ademais, o modo campanha dura cerca de 25 horas, mas o replay é infinito no online – enquanto houver jogadores. O Switch 2 segura muito bem o desempenho. Se você quer adrenalina, caos e um casco azul voando do nada, esse jogo entrega tudo isso com um sorriso no rosto.

#3 – Split Fiction.

Split Fiction
Split Fiction (2025). Créditos: Hazelight Studios e Electronic Arts.

Fruto da Hazelight Studios, responsável também pelo sucesso It Takes Two (2021), Split Fiction é um jogo cooperativo obrigatório para quem gosta de puzzles, histórias bizarras e gritar com o colega do lado. A aventura coloca dois personagens em mundos alternados, onde lógica e coordenação são essenciais. E sim, se você errar, logo, o outro erra também. A campanha dura entre 10 e 12 horas, mas vale o retorno com outro parceiro – ou com a mesma pessoa, se ainda for sua amiga. A direção de arte é criativa e o ritmo narrativo é constante. No Switch 2, o jogo roda suavemente, inclusive em tela dividida. É uma das melhores experiências cooperativas da geração, perfeita para casais, irmãos ou qualquer dupla disposta a testar paciência em nome da diversão.

#4 – Cyberpunk 2077: Ultimate Edition.

Cyberpunk 2077
Cyberpunk 2077: Ultimate Edition (2025). Créditos: CD Projekt Red.

Finalmente, agora Cyberpunk 2077 realmente funciona – e até no Switch 2. A CD Projekt Red, de The Witcher 3 (2015), lançou uma versão definida que trouxe estabilidade, visuais aprimorados e gameplay fluido. O jogo entrega um mundo aberto rico, com missões principais densas que são quase mini-séries. Assim, você joga como V, um mercenário em busca da imortalidade em meio a uma cidade que respira crime, tecnologia e dilemas morais. O combate foi melhorado, a IA dos inimigos está menos burra e o desempenho impressiona. Atualmente, são de 30 a 90 horas de jogo, dependendo do quanto você se perde em Night City. Agora que roda direito, dá até para esquecer os memes. De qualquer forma, o Switch 2 dá conta do recado e entrega finalmente a experiência prometida.

#5 – Street Fighter 6.

Street-Fighter-6
Street Fighter 6 (2023). Créditos: Capcom.

A Capcom trouxe o soco na cara em alta definição no Switch 2 com Street Fighter 6. E desta vez, mais acessível para novatos, mas ainda desafiador para veteranos. O multiplataforma introduz o modo World Tour, onde você treina seu próprio lutador em uma espécie de mini-RPG. A campanha dura em torno de 15 horas, mas o conteúdo real está no competitivo online e nos modos versus. O desempenho no console da Nintendo surpreende. Não obstante, o combate é fluido, os tempos de carregamento são curtos e os visuais são estáveis até no portátil. É um jogo perfeito para quem gosta de resolver conflitos na base do hadouken do Ryu. E não se preocupe com os erros. Perder 50 vezes faz parte do aprendizado – só não jogue o controle na parede.

#6 – Yakuza 0: Director’s Cut.

Yakuza 0: Director's Cut.
Yakuza 0: Director’s Cut (2025). Créditos: RGG Studios e Sega.

Yakuza 0 é drama policial, pancadaria estilosa e karaokê, tudo num só pacote. Assim, a versão Director’s Cut, da RGG Studio e da Sega, traz melhorias gráficas e carregamento mais rápido no Switch 2. A história acompanha Kiryu e Majima em suas origens, mergulhando no submundo da máfia japonesa com direito a reviravoltas e diálogos intensos. São entre 30 e 50 horas de jogo, podendo passar de 100 se você resolver administrar boates ou virar rei dos minigames bizarros à disposição. Inclusive, os combates são intensos, a narrativa é cinematográfica e o humor aparece nos momentos mais aleatórios possíveis. Mesmo com tantos absurdos, o jogo mantém uma linha dramática séria. Uma obra-prima do caos narrativo. E sim, você pode interromper uma missão séria para dançar break com um figurante.

#7 – Civilization VII.

Civilization VII
Civilization VII (2025). Créditos: Firaxis Games e 2K.

A frase “só mais um turno” nunca foi tão perigosa. Civilization VII, da Firaxis, aprofunda tudo que já funcionava nesta série de estratégia. De agora em diante, com novas mecânicas, um melhor sistema de diplomacia e cidades que se expandem de maneira mais orgânica. O Switch 2 entrega um desempenho surpreendente, com interface adaptada ao portátil e sem escorregar. A partida média dura de 20 a 60 horas, mas isso é muito relativo. Você pode acabar jogando até esquecer que tem compromissos. O visual estilizado está mais limpo e a IA menos irritante – pelo menos um pouco. Assim, você pode conquistar o mundo com cultura, ciência ou, claro, na área militar. Se você já curte estratégia, é um jogo obrigatório. Se não curte, cuidado. Ele ainda assim fisga e não solta mais.

#8 – Hogwarts Legacy.

Hogwarts Legacy
Hogwarts Legacy (2023). Créditos: Avalanche e Warner Bros.

Primeiramente, se você ainda espera sua carta de Hogwarts, Hogwarts Legacy pode ser o seu caminho. A Avalanche Software criou um RPG de ação com exploração livre pelas áreas do castelo. E com muito conteúdo mágico. No Switch 2, o jogo roda com fluidez e boa qualidade gráfica, sem os tropeços no console anterior. São 35 a 50 horas de campanha principal, com muitas missões secundárias e áreas secretas. O sistema de combate com varinhas é ágil, personalizável e cheio de combinações. Dessa forma, você pode criar poções, cuidar de criaturas mágicas e até decorar sua própria sala secreta. Não é necessário ter medo dos Dementadores para se divertir aqui, mas se você cresceu com a franquia, vai se sentir em casa. Ainda mais quando dormir em seu dormitório da Sonserina.

#9 – Bravely Default: Flying Fairy HD Remaster.

Bravely Default: Flying Fairy HD Remaster
Bravely Default: Flying Fairy HD Remaster (2025). Créditos: Square Enix.

A Square Enix revive um de seus JRPGs mais adorados com Bravely Default: Flying Fairy HD Remaster, uma versão melhorada do jogo do Nintendo 3DS. Aqui, temos batalhas em turnos que permitem acumular ações ou se proteger estrategicamente. A história é clássica. Quatro heróis, quatro cristais e um mundo à beira do colapso e com reviravoltas. São de 40 a 60 horas de jogo, com sistema de classes que incentiva experimentação e personalização. Os visuais foram remasterizados com carinho, mantendo o estilo artístico original em alta definição. No Switch 2, o desempenho é sólido, com transições rápidas entre áreas e menus acessíveis. É aquele RPG com sabor retrô, mas com ajustes modernos o suficiente para agradar novatos e veteranos. Perfeito para jogar de fone e esquecer da vida.

#10 – No Man’s Sky.

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No Man’s Sky (2016). Créditos: Hello Games.

No Man’s Sky virou o exemplo máximo de reviravolta no mundo dos jogos. A princípio, o que era frustração virou um universo em constante expansão. A Hello Games transformou o jogo em uma experiência rica e praticamente infinita. Com centenas de planetas únicos, construção de bases, combate, exploração e até comércio espacial, o jogo oferece de 20 a mil horas. Sim, você não leu errado. No Switch 2, o desempenho melhorou bastante. O jogo é estável e as texturas foram ajustadas para a versão portátil. Ainda há algumas limitações gráficas, mas nada que atrapalhe a experiência. O sistema de evolução é complexo, a trilha sonora atmosférica e a sensação de descoberta constante. É o jogo ideal para quem quer explorar, construir, viajar e filosofar sem sair do sofá.

#11 – Kunitsu-Gami: Path of the Goddess.

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Kunitsu-Gami: Path of the Goddess (2024). Créditos: Capcom.

A Capcom resolveu ousar e entregou Kunitsu-Gami: Path of the Goddess, um jogo que mistura ação em tempo real com estratégia e estética inspirada na arte e na mitologia japonesa. Você controla um guerreiro espiritual que precisa proteger uma sacerdotisa em rituais de purificação. Durante o dia, organiza e posiciona os aldeões. Já de noite, combate hordas demoníacas. A campanha dura entre 12 e 15 horas, mas há modos extras e variações que ampliam o desafio. Os visuais são únicos, com efeitos que parecem pinturas em movimento. No Switch 2, tudo roda com fluidez mesmo nas batalhas mais caóticas e cheias de adversário. É uma experiência singular e longe do convencional. Dessa maneira, o jogo é ideal para quem quer algo artisticamente marcante, mas sem abdicar da pancadaria estratégica.

#12 – Sonic X Shadow Generations.

Sonic x Shadow Generations
Sonic x Shadow Generations (2024). Créditos: SEGA.

Sonic X Shadow Generations é a Sega dizendo “sim” para os fãs que pediram mais do clássico. O multiplataforma combina fases 2D e 3D com design inteligente e ritmo acelerado. Porém, a grande novidade é o modo Shadow, com missões exclusivas e mecânicas únicas, que acrescentam variedade à fórmula. São cerca de 8 a 12 horas de campanha, com colecionáveis e desafios para quem busca fechar com chave de ouro. A versão do Switch 2 oferece gráficos polidos e desempenho estável, mesmo nos momentos de velocidade absurda. A trilha sonora continua empolgante, e os controles são precisos. Por consequência, o jogo é uma carta de amor aos fãs da velha guarda, mas acessível para novos jogadores. Simples, direto e divertido, como um bom jogo do Sonic deve ser.

#13 – Raidou Remastered: The Mistery of Soulless Army.

Raidou Remastered
Raidou Remastered: The Mystery of Soulless Army (2025). Créditos: Atlus e Sega.

A Atlus desenterrou um dos mais diferentes títulos da sua biblioteca e nos entregou Raidou Remastered. O jogo é um spin-off da conhecida série Shin Megami Tensei, mas com combate em tempo real e ambientação no Japão da era Taishō. Assim, você joga como Raidou Kuzunoha, um detetive que invoca demônios para investigar casos sobrenaturais. A campanha dura entre 20 e 30 horas, com opções de fusão de demônios, missões paralelas e combates que exigem atenção. A versão remasterizada recebeu melhorias visuais e de interface, além de um bom desempenho no Switch 2. É um jogo diferente do habitual, com clima noir e sobrenatural bem marcante. Uma excelente pedida para quem curte RPGs que arriscam fora da curva e ainda entregam uma ótima história com carga sobrenatural.

#14 – Nobunaga’s Ambition: Awakening Complete Edition.

Nobunaga's Ambition
Nobunaga’s Ambition Awakening Complete Edition (2025). Créditos: Koei Tecmo.

Se você é fã de história, estratégia e menus que assustam só de olhar, Nobunaga’s Ambition: Awakening é sua praia. A Koei Tecmo continua a tradição com mais uma entrada da série que coloca você no controle de clãs japoneses durante o período Sengoku. Assim, administre recursos, forme alianças, traia seus vizinhos e lute por território. Tudo isso ao mesmo tempo. A campanha pode durar de 30 a 80 horas, dependendo da complexidade escolhida. O Switch 2 lida bem com a interface carregada e os cálculos infinitos. É um jogo que exige paciência, planejamento e nervos de aço. Ideal para quem vê graça em dominar o Japão feudal sem sair de casa. Se você gosta de Total War: Pharaoh (2023), vai se sentir no paraíso entre gráficos de pizza.

#15 – Fantasy Life i: The Girl Who Steals Time.

Fantasy Life i: The Girl Who Steals Time
Fantasy Life i: The Girl Who Steals Time (2025). Créditos: Level-5.

Fantasy Life i, da Level-5, é aquele tipo de RPG que te deixa feliz só por existir. Aqui, você não precisa salvar o mundo. Você só precisa viver nele. Escolha entre mais de dez profissões, como pescador, mago, cozinheiro ou minerador, e vá ganhando experiência em cada uma. A campanha dura de 20 a 30 horas, mas o loop de progressão é viciante e quase terapêutico. O sistema de evolução é simples e eficiente, a ambientação é colorida e a trilha sonora é um carinho nos ouvidos. No Switch 2, tudo roda com fluidez, e os tempos de carregamento são curtos. Um jogo leve, perfeito para quem quer relaxar sem largar os objetivos. Ideal para quem quer descansar dos RPGs cheios de drama e combates épicos.

#Bônus: Fast Fusion.

Fast Fusion
Fast Fusion (2025). Créditos: Shi’nen Multimedia.

Se F-Zero continua de férias, Fast Fusion da Shin’en toma o volante com orgulho. Este jogo de corrida futurista coloca você em pistas insanas e curvas impossíveis, mantendo a velocidade absurda e naves que parecem ter saído de um videoclipe. Com foco no reflexo e domínio de rota, ele não perdoa erros, mas recompensa todos que insistem. A campanha oferece cerca de 10 a 12 horas, mas o grande atrativo está no modo competitivo – seja ele online ou local. O visual é nítido e ultra veloz no Switch 2, com 60 FPS cravados até nas pistas mais caóticas. É um jogo direto, estiloso e eletrizante. Ideal para quem gosta de sentir o coração acelerar antes mesmo da largada. Coloque o fone, acelere e boa sorte nas curvas.

Não faltam estilos e gêneros para os jogadores no Switch 2.

Atualmente, o Switch 2 já deixou claro que não veio para brincadeira. Seja com ports melhorados, títulos originais ou remasterizações de respeito, o console mostra que potência e diversão agora andam de mãos dadas. A variedade de estilos aqui é um reflexo da proposta. Ele pode agradar do mestre da pancadaria ao apaixonado por tabelas estratégicas, passando pelo mago de Hogwarts e pelo fã de robôs com pedras e galhos com medo da Lua de Sangue. Com desempenho estável e experiências marcantes, o futuro da Nintendo já começou. A promessa é ainda melhor do que Joy-Cons sem drifts. E você? Qual desses jogos já está na sua coleção? Conta para a gente nos comentários, compartilha com seus amigos e prepara o bolso – porque o catálogo só vai crescer.

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Source: Vitor Hugo Guariento
Via: Vitor Hugo Guariento
Vitor Guariento

Vitor Guariento

Morador de Japeri – RJ (Baixada Fluminense para os mais íntimos). Bacharel em Ciências Econômicas pela UFRRJ e Pós Graduando em Defesa Nacional pelo IMES. Outrora Agente Administrativo, agora Auditor Federal. Campeão da Região de Johto e Herói de Hyrule. Fundador do Guariento Portal, site destinado a curiosidades e críticas de filmes e jogos em geral.

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