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[Lista] A Censura nos Jogos: Cinco Casos Famosos – e um Bônus

Descubra alguns dos jogos que passaram pela tesoura da censura. De Tales of Berseria a Manhunt, veja o que mudou e por que foram editados.

Vitor Guariento por Vitor Guariento
dezembro 19, 2025
em Curiosidades, Games, Lista, Multiplataforma
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Tales of Berseria Remastered (2026). Créditos: Bandai Namco.

Tales of Berseria Remastered (2026). Créditos: Bandai Namco.

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Quando um Jogo passa pela tesoura.

A censura nos videogames é quase um subgênero próprio da indústria. Ela surge sempre que uma cena ousa brincar demais com limites culturais. Com isso, classificações etárias surgem nos jogos. E acabam com a paciência das distribuidoras. Ou quem sabe essa classificação tenha algum sentido. No fim, é quase como assistir a um diretor tentando lançar sua “versão estendida”, enquanto o estúdio aparece com uma tesoura do tamanho da Master Sword de The Legend of Zelda: Breath of the Wild (2017). Itens como violência e sexualização foram alvos de remoção. Nesta lista, reunimos cinco casos famosos, incluindo o título Tales of Berseria Remastered (2026). É uma forma de mostrar como editores tentam salvar suas reputações. Mas também buscam evitar discussões explosivas ou impedir que o jogo seja banido. Assim, prepare sua indignação e questionamento, pois, em alguns casos, a censura até tem razão.

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#1 – Tales of Berseria Remaster (2026). Uma cena forte demais:

Tales of Berseria foi originalmente lançado em 2016 pela Bandai Namco e já começa com um soco narrativo. Porém, a versão original japonesa nos consoles da Sony decidiu ir além. Ela exibe sem filtros uma criança sendo empalada no começo da história. Então, para o lançamento internacional de sua versão remasterizada, a Bandai Namco optou por suavizar a cena. Ela trocou os elementos explícitos por efeitos de luz. Essa foi a forma de manter a classificação etária abaixo da idade do Charizard. Afinal, começar com um empalamento infantil é algo digno de Vlad Drácula (1431-1476). Essa decisão levou a um novo debate sobre censura. Mas, honestamente, entende-se por que a empresa preferiu não começar o jogo como se fosse um episódio de Berserk (2016-2017). Ainda assim, o impacto emocional do jogo se manteve, mostrando que a narrativa de Velvet continua a mesma. O drama continua denso, só que menos gráfico.

#2 – Fire Emblem Fates (2015). Problema com as conversas:

Indo para o mundo da Nintendo, Fire Emblem Fates virou um exemplo clássico de como a localização pode moldar um jogo inteiro. Lançado em 2015 para o Nintendo 3DS, o jogo tem certas conversas que foram alteradas ou removidas. Tudo isso para evitar interpretações questionáveis, como o caso de uma possível cura gay dentro do jogo. Que ocorre por meio de uma poção mágica. Claro que a Nintendo, temendo críticas, retrabalhou o diálogo e o tom. Até porque a cura de algo que não é doença poderia gerar discussões intermináveis nas redes sociais. O curioso é que, mesmo com cortes, o jogo permanece cheio de drama, batalhas estratégicas e romances dignos de novelas medievais. A experiência continua sólida, mas serve de lembrete. Afinal, a sensibilidade com certos temas varia muito de tempo e espaço. Mais do que as evoluções do Eevee quando deixadas soltas numa feira de pedras especiais.

Fire Emblem Fates (2015). Créditos: Intelligent Systems e Nintendo.
Fire Emblem Fates (2015). Créditos: Intelligent Systems e Nintendo.

#3 – Dead or Alive Xtreme 3 (2016). A praia ficou modesta demais:

Quando Dead or Alive Xtreme 3 decidiu explorar o mundo, a Koei Tecmo recuou rápido. Mais rápido do que um NPC vendo o Sephiroth sacar a espada em Final Fantasy VII Remake (2020). O estúdio optou por não lançar o jogo oficialmente no Ocidente. Dentre as alegações estava a preocupação do estúdio com a sexualização das personagens. Preocupação essa que não é pouca. E é claro que também os efeitos para a venda do título. Alguns modos de jogo e itens desapareceram de forma misteriosa nas versões exportadas para o resto do mundo. No fim, o jogo virou um mito. Todos sabiam que existia, mas poucos tinham acesso sem improvisar soluções dignas de um contrabandista de Star Wars: Outlaws (2024). Mesmo com o clima tropical e minigames leves, a censura virou o assunto principal. O que ofuscou completamente as competições de vôlei no jogo de 2016.

#4 – South Park: The Stick of Truth (2014). Humor proibido em vários países:

Se existe uma franquia especialista em irritar autoridades, essa é South Park (1997-). E, seguindo o estilo da série animada, The Stick of Truth conseguiu altas façanhas. O jogo publicado pela Ubisoft em 2014 foi censurado em partes da Europa, da Austrália e em outras regiões. E por vários motivos. Afinal, o jogo tem um humor escatológico que o espectador vai precisar de um terapeuta. As versões censuradas substituíram algumas sequências por telas com descrições irônicas. É como se os próprios criadores tivessem previsto o caos regulatório de sua criação. A ironia é que o humor do jogo permanece intacto, justamente porque a equipe transformou a censura em parte da piada. Foi quase um Deadpool interagindo com seu filme. Assim, apesar da censura, o jogo manteve o seu estilo em todas as plataformas. Ele conta com referências culturais e sátiras políticas dignas da série.

South Park: The Stick of Truth (2014). Créditos: Obsidian Entertainment e Ubisoft.
South Park: The Stick of Truth (2014). Créditos: Obsidian Entertainment e Ubisoft.

#5 – Mortal Kombat (1992). O clássico que levou a censura moderna:

O primeiro Mortal Kombat, o de 1992, entrou para a história não apenas por espalhar sprites de sangue pela tela. Ele também é o responsável por fundar a discussão global acerca da violências nos jogos. Quando o jogo chegou ao Mega Drive e ao Super Nintendo, a Nintendo removeu o sangue, substituindo tudo por suor cinza ao estilo de treino de academia. Já o Mega Drive manteve a violência após a inserção de um código, e isso aumentou ainda mais a polêmica. Esse impacto foi tão grande que contribuiu para a criação do Entertainment Software Rating Board, o ESRB. Esse, aliás, é o atual sistema de classificação indicativa nos Estados Unidos para os jogos. Em outras palavras, sem o Sub-Zero arrancando cabeças, talvez hoje não existissem selos nas caixas de seus jogos. Porém, mesmo com essa classificação, não houve impedimento para jogos ainda mais violentos dentro e fora da franquia.

#Bônus: Manhunt (2003). A Rockstar no limite do aceitável:

Por fim, Manhunt, da Rockstar Games, é o primo sombrio e estranhamente carismático de GTA, aquele que ninguém quer apresentar à família. Lançado em 2003 como multiplataforma, o jogo levou a violência ao extremo. E isso fez com que as autoridades se mexessem mais do que no caso de Mortal Kombat. Execuções hipergráficas que lembram os filmes de Eli Roth são apenas um de seus elementos. E com certa razão. Austrália, Alemanha e Nova Zelândia, por exemplo, proibiram o jogo. Já outros países exigiram versões com censura. A discussão foi tão intensa que Manhunt 2, lançado quatro anos depois, só escapou de mais proibições após alterações pesadas. Mesmo assim, a franquia segue como estudo fascinante sobre choque cultural nos videogames e da razão da censura em certos casos. É quase como se a Rockstar tivesse perguntado. Quão longe podemos ir antes de alguém puxar o cabo da tomada?

Manhunt (2007). Créditos: Rockstar e Take Two Interactive.
Manhunt (2007). Créditos: Rockstar e Take Two Interactive.

Por que debatemos Censura nos Jogos?

A história da censura nos videogames é um arco narrativo. E como tal cheio de reviravoltas. São debates acalorados e decisões de estúdios que moldam versões inteiras de jogos. De prólogos sombrios a sátiras políticas agressivas e à violência. Todos esses casos revelam como a expressão artística, a lei e a sensibilidade cultural entram em colisão no mundo dos jogos. A censura nem sempre destrói uma obra. Ela às vezes cria versões alternativas dignas de multiversos. Outras vezes, transforma o próprio corte em piada, como fez South Park. E outras vezes ela acaba tendo razão. Esses casos mostram a importância da discussão acerca da liberdade criativa. E então, qual desses jogos censurados mais te surpreendeu? Compartilhe e marque aquele amigo gamer que vive reclamando de versões com cortes e que ama animes violentos como Mirai Nikki (2011-2012). Siga o Guariento Portal para não perder nenhuma maluquice do mundo dos jogos.

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Source: Vítor Hugo Guariento
Via: Guariento Portal
Tags: CuriosidadesDead or Alive Xtreme 3Fire Emblem FatesJogosListaManhuntMortal KombatSouth Park: The Stick of TruthTales of Berseria
Vitor Guariento

Vitor Guariento

Morador de Japeri – RJ (Baixada Fluminense para os mais íntimos). Bacharel em Ciências Econômicas pela UFRRJ e Pós Graduando em Defesa Nacional pelo IMES. Outrora Agente Administrativo, agora Auditor Federal. Campeão da Região de Johto e Herói de Hyrule. Fundador do Guariento Portal, site destinado a curiosidades e críticas de filmes e jogos em geral.

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