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[Análise] Demon Slayer: The Hinokami Chronicles (Switch)

Inspirado na criação de Koyoharu Gotouge, The Hinokami Chronicles leva a vida de Tanjiro Kamado em um típico jogo de anime para o Switch.

Vitor Guariento por Vitor Guariento
novembro 11, 2025
em Análises, Games, Nintendo, SEGA
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Demon Slayer: The Hinokami Chronicles (2021). Créditos: Sega.

Demon Slayer: The Hinokami Chronicles (2021). Créditos: Sega.

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A Respiração do Sol no Nintendo Switch.

Quando a CyberConnect2 anunciou Demon Slayer: The Hinokami Chronicles para o Switch se questionou. Será que o console aguenta tanta lâmina flamejante? E, de fato, o jogo chega como uma espécie de testamento técnico do estúdio. Afinal, o que se tem é um anime interativo que recria as emoções de Demon Slayer, ou Kimetsu no Yaiba. E com certa fidelidade. O título mistura luta em arena e narrativa. A história de Tanjiro em sua jornada para salvar Nezuko. No Nintendo Switch, o foco é a portabilidade. Em outras palavras, é levar o universo explosivo do anime para todo lugar em uma experiência que pulsa. Como se fosse a Respiração da Besta do Inosuke. Em suma, é um presente para os fãs e um bom ponto de partida para novatos curiosos, mesmo que com algumas falhas.

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É até fácil controlar a Respiração da Água em combate:

A jogabilidade de Hinokami Chronicles é rápida e também direta. Assim como todo bom jogo de anime deve ser. Os comandos são responsivos, especialmente no Switch, com suporte total aos Joy-Cons e à leveza do modo portátil. O combate flui com facilidade. Os ataques, as esquivas e os golpes especiais são executados com combos intuitivos. Contudo, a profundidade do jogo é limitada. Os veteranos de jogos de luta, como Tekken 8 (2024) talvez sintam falta de um sistema mais técnico ou estratégico. O título aposta na fluidez e no espetáculo visual. E não na precisão competitiva. Executar a Respiração da Água de Gyuu Tomioka impressiona. A acessibilidade, somada à fluidez, faz dele um jogo bem rápido. Mas também para quem busca reviver o anime. Mesmo que a curva de desafio seja tão rasa quanto uma poça.

Viva os eventos de Tanjiro Kamado e dos Caçadores de Oni:

Em termos narrativos, Hinokami Chronicles segue o início de Demon Slayer. Ou seja, desde o massacre da família Kamado até a batalha no Trem do Infinito. Enquanto isso, os arcos posteriores estão em Hinokami Chronicles 2 (2025). Aqui, o modo história é uma recriação interativa e com detalhes. Ela possui cutscenes impressionantes e a dublagem, inglesa ou japonesa. Porém, entre uma luta e outra, há segmentos exploratórios que quebram e muito o ritmo. São simples e, às vezes, redundantes, sendo uma forma de preencher o conteúdo. Ainda assim, o material de Koyoharu Gotouge é respeitado. Tanjiro, Nezuko, Zenitsu e Inosuke mantém o mesmo carisma visto no anime. E o jogo sabe capturar a essência da jornada. De certa forma, o título se apresenta como um resumo jogável da série. Alguns momentos parecem ter saídos do estúdio Ufotable.

Demon Slayer: Hinokami Chronicles (2021). Créditos: Sega.
Demon Slayer: Hinokami Chronicles (2021). Créditos: Sega.

Tão longo quanto o amanhecer para os Onis:

Esse é, sem dúvida, o ponto onde Hinokami Chronicles tropeça entre os Onis e as pedras de uma cachoeira. A campanha principal pode ser finalizada em cerca de 8 a 10 horas. Já o modo de combate offline oferece diversão. No entanto, a ausência de profundidade nos sistemas de progressão e a repetição das batalhas reduzem sua longevidade. E o que se tem é um jogo rápido demais. O multiplayer online funciona bem, mas o público ativo é limitado no Nintendo Switch. E isso dificulta seu acesso. Ainda assim, para fãs que desejam reviver batalhas épicas, há um incentivo. Mesmo que modesto. O jogo brilha mais como experiência narrativa e visual do que como algo de longa duração. É como revisitar um arco favorito do anime. Ele é intenso e bonito. Porém passageiro como a chuva.



A emoção em japonês é quase a mesma da animação:

Se há algo que Hinokami Chronicles faz com maestria, é o som. Mesmo não tendo vozes brasileiras, a dublagem japonesa é seu destaque. Ela é a responsável por manter a essência e a emoção de Demon Slayer. Mas dessa vez dentro do Nintendo Switch. A trilha sonora combina temas de orquestras com composições dramáticas. E isso melhora o peso emocional das batalhas. Cada respiro de Tanjiro e cada rugido de Inosuke vêm carregados de energia. No console, o áudio mantém qualidade notável, mesmo nos fones de ouvido. As músicas de fundo não apenas acompanham a ação, mas traduzem a essência espiritual do anime. É um espetáculo sonoro que torna cada duelo uma pequena ópera do Japão. O resultado é um jogo que talvez soe até melhor do que parece graficamente. E isso é mérito da direção sonora impecável.

Demon Slayer: Hinokami Chronicles (2021). Créditos: Sega.
Demon Slayer: Hinokami Chronicles (2021). Créditos: Sega.

Os golpes especiais são um deleite, mesmo com quedas de frame:

A CyberConnect2 é especialista em transformar animes em obras jogáveis. E com Demon Slayer não foi diferente. Mesmo no Switch, Hinokami Chronicles mantém o estilo cel shading, já visto em Okami (2006), Pokémon Ultra Sun e Ultra Moon (2017) e The Legend of Zelda: Phantom Hourglass (2007). Esse estilo gráfico é vibrante e os efeitos estilizados lembram os quadros da Ufotable. Claro, há quedas de resolução e texturas mais suaves no modo portátil, mas o estilo artístico compensa. O visual brilha nas animações das técnicas de respiração, que são puro espetáculo visual. A paleta de cores, iluminação e fluidez nos golpes criam uma estética harmoniosa. Não é o título mais impressionante do Nintendo Switch, mas tem sua própria elegância. A arte aqui não é só aparência. Na verdade, é respeito ao anime original em cada traço de lâmina.

Definitivamente, não é um jogo do gênero de luta:

Não há como negar, Hinokami Chronicles não reinventa o gênero de luta de forma alguma. Ele se apoia em fórmulas conhecidas, como a herdada da série Naruto: Ultimate Ninja Storm. Aliás, outra franquia da CyberConnect2 com influência nesse jogo. Contudo, o que diferencia os Onis da Era Taisho (1912-1926) dos Ninjas de Konorra é o cuidado na narrativa e a integração com o universo de Kimetsu no Yaiba. A transição entre anime e gameplay dá a sensação de estar dentro do episódio. O sistema de habilidades especiais tem sua estratégia, mesmo que muito simples. A inovação aqui não está na mecânica. Na verdade, está na fidelidade da narrativa. É uma carta de amor aos fãs. O jogo não surpreende, porém encanta pela capacidade de emocionar até o último suspiro. Como o de Kyojuro Rengoku em sua batalha contra Akaza.

Demon Slayer: Hinokami Chronicles (2021). Créditos: Sega.
Demon Slayer: Hinokami Chronicles (2021). Créditos: Sega.

Hinokami Chronicles é voltado para os fãs do anime:

Jogando no Nintendo Switch, a diversão de Hinokami Chronicles vem como se fosse no cinema. Mesmo com alguns defeitos e névoas pelo caminho. É o tipo de jogo que brilha mais pelo espetáculo do que pelo desafio. Cada luta é uma explosão de cor, trilha e emoção. É ideal para sessões curtas, sem compromisso. O modo portátil dentro do console eleva esse prazer. Poder enfrentar Rui ou Akaza no ônibus, no metrô ou na sua casa de praia é uma experiência curiosamente interessante. Claro, a repetição de combates e a simplicidade das arenas podem cansar depois de algumas horas. Porém, o carisma dos personagens mantém o interesse. Ainda mais se o jogador conhece esse universo. É diversão leve e imediata de um jogo perfeito para quem ama Kimetsu no Yaiba e quer sentir-se parte do anime.



Um bom jogo de anime, mas que falta em longevidade:

Demon Slayer: The Hinokami Chronicles no Switch é uma adaptação competente e fiel. Mesmo com as limitações gráficas, a curta duração e também com o tropeço da repetição. É possível cumprir o propósito de transportar o jogador ao mundo de Tanjiro Kamado. É uma experiência pensada para fãs do anime. E não para jogadores competitivos do gênero de luta. Para esses jogadores, Mortal Kombat 1 (2023) e Super Smash Bros. Ultimate (2018) estão à disposição no próprio Switch. Por fim, o jogo ainda conta com dublagem excelente no japonês, visual cativante e gameplay acessível. É o tipo de título que se joga com o coração. E não com o cronômetro. Um espetáculo portátil, que prova que um console híbrido pode carregar o peso da Respiração do Sol. Essa foi a primeira jornada que poderia ser melhorada.

E você, já testou Demon Slayer: The Hinokami Chronicles no Nintendo Switch? E em outras plataformas? Conte nos comentários como foi sua experiência! Se você curtiu essa Crítica, compartilhe com seus amigos Caçadores de Oni e ajude o Guariento Portal a crescer! Essa Crítica, inclusive foi feita por meios próprios. Porém, agradecemos a Theo Games que nos ajudou em avaliar o título sucessor, The Hinokami Chronicles 2, também no Nintendo Switch.

Números

Demon Slayer: The Hinokami Chronicles

6 /10

Demon Slayer: Hinokami Chronicles no Nintendo Switch é uma boa experiência como jogo de um anime. Ele cumpre seu papel com bons controles, uma excelente estrutura e de fácil intuição. Porém, a repetição de conteúdo, as quedas de frames em golpes especiais e a falta de inovação podem desmotivar quem não é fã de Kimetsu no Yaiba.

PRÓS

  • Os controles são agradáveis e funcionais em todos os modos de jogo.
  • Áudio cumpre com eficiência, mesmo com a falta de uma dublagem do Brasil.
  • Os gráficos são competentes e belos até mesmo no modo portátil.
  • A diversão se encontra em reviver, de forma jogável, os eventos do anime.

CONTRAS

  • Há uma repetição de jogabilidade que quebra a narrativa.
  • É um jogo curto que será revisitado apenas pelos fãs em ocasiões especiais.
  • Na verdade, temos apenas um jogo de anime, sem grandes inovações.

Análise / Review

  • Controles e Jogabilidade 0
  • Enredo e Narrativa 0
  • Longevidade e Fator Replay 0
  • Áudio e Trilha Sonora 0
  • Arte e Detalhamento Gráfico 0
  • Inovação do Conteúdo 0
  • Diversão do Game 0

Melhor Preço:

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Source: Vítor Hugo Guariento
Via: Guariento Portal
Tags: AnálisesCyberConnect 2Demon Slayer: Hinokami ChroniclesGamesNintendo SwitchSega
Vitor Guariento

Vitor Guariento

Morador de Japeri – RJ (Baixada Fluminense para os mais íntimos). Bacharel em Ciências Econômicas pela UFRRJ e Pós Graduando em Defesa Nacional pelo IMES. Outrora Agente Administrativo, agora Auditor Federal. Campeão da Região de Johto e Herói de Hyrule. Fundador do Guariento Portal, site destinado a curiosidades e críticas de filmes e jogos em geral.

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