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[Análise] Agony (PC) – Uma Agonia Disfarçada de Jogo

Agony promete um passeio pelo inferno, mas entrega controles amaldiçoados e uma trama confusa. Vale a pena sofrer tanto nesse jogo?

Vitor Guariento por Vitor Guariento
agosto 3, 2025
em Análises, Games, PC
3 0
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Agony

Agony (2018). Créditos: Madmind Studios.

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Desça ao inferno com agonia.

Agony é um daqueles jogos que parece saído diretamente de uma pintura de Hieronymus Bosch. Lançado em 2018 para PC e com versões para outros consoles como o Nintendo Switch, o game da Madmind Studio prometia levar os jogadores a uma jornada infernal. Isto é, recheada de angústia, terror e corpos retorcidos. E cumpriu. Mas talvez não da forma que esperávamos. Ambientado em um inferno grotesco, o jogo gira em torno de uma alma sem memória que busca escapar do submundo. Essa alma é guiada por uma entidade, a Deusa Vermelha. Porém, Agony não demorou a mostrar que existe uma diferença. Seja entre criar um ambiente chocante. E criar uma experiência coesa e interessante. Ainda assim, vale a pena para ver até onde a ousadia pode chegar. Ou até onde tudo desanda.

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O verdadeiro tormento são os controles:

O nome do jogo não é Agony à toa. Sem dúvida, seus controles ajudam a justificar o título. No PC, os comandos são desajeitados. Eles são pouco responsivos e geram uma frustração constante. Movimentar-se pelo mapa já seria desafiador. Tudo por causa das distorções visuais e dos ambientes caóticos. Porém, o jogo ainda adiciona interações pouco intuitivas. Além disso, suas mecânicas são mal explicadas. A possibilidade de possuir outros corpos até tenta inovar. Porém, ela esbarra em execuções frustrantes e na falta de clareza. Em momentos que exigem rapidez, a falta de polimento dos comandos gera mortes injustas. Jogar com teclado e mouse não oferece vantagem alguma. Além disso, existem erros que contribuem para a sensação de que você está sendo punido. Porque se existe um inferno nos controles, ele foi renderizado aqui.

Um labirinto sem mapa nem propósito:

A narrativa de Agony tenta ser densa e simbólica. Porém, ela se perde em meio à sua própria pretensão. A premissa é de uma alma errante que tenta escapar do inferno. O que, a primeira vista, é intrigante. Além disso, temos a presença enigmática da Deusa Vermelha, uma figura sedutora e sinistra. No entanto, o jogo não consegue equilibrar simbolismo e narrativa. A história é contada por meio de murais, cartas e visões. Porém, essas informações são difíceis de entender. Há elementos religiosos, filosóficos e até eróticos no jogo. Acontece que todos são jogados em um caldeirão sem foco. O resultado é um enredo que parece mais uma colagem perturbada. No fim, a narrativa de Agony é como o inferno que retrata. É desorientado, confuso e angustiante, mas não de uma forma boa.

Agony
Agony (2018). Créditos: Madmind Studios.

A longevidade só serve para os mais masoquistas:

Agony não é um jogo longo. Sua campanha principal pode ser concluída em cerca de 6 a 8 horas. No entanto, a sensação de duração depende muito da sua tolerância ao sofrimento digital. O jogo tem finais alternativos, colecionáveis e um modo ainda mais punitivo. Acontece que o fator de repetição é mínimo. Isso porque a experiência de jogar já é cansativa na primeira vez. Repetir é mais punição do que recompensa. Alguns podem se sentir motivados a explorar todos os segredos infernais. Porém, seu público-alvo é extremamente nichado. Para a maioria dos jogadores, uma jornada já será mais do que suficiente. E talvez até demais. Portanto, se sua ideia de diversão inclui repetir um labirinto com controles quebrados e sustos previsíveis. Muito bem, vá em frente. Caso contrário, uma visita única basta.

O lamento das almas perdidas é um dos bons pontos:

No quesito sonoro, Agony entrega o que promete. São gritos distantes, murmúrios macabros e sons viscosos que grudam no ouvido. A trilha sonora é mais atmosférica do que musical. Ela usa camadas sonoras para aumentar o desconforto. Funciona muito bem para criar tensão. Seja em corredores ou lugares mais abertos. Ou então quando o jogador é perseguido por criaturas grotescas. Há uma intensificação do medo, e há momentos em que os sons são mais assustadores que os visuais. Entretanto, o som se torna repetitivo com o tempo. Faltam variações mais marcantes dessa trilha. As vozes, quando presentes, têm distorções. Isso reforça o clima doentio do inferno. Apesar de não ser memorável, o áudio cumpre sua função. Ele deixa você desconfortável, o tempo todo. Agora, se ouvir almas gemendo é algo relaxante, você vai adorar.

Agony
Agony (2018). Créditos: Madmind Studios.

Agony é uma viagem infernal à carne e ao caos:

Agora, Agony acerta em sua direção de arte. É grotesco, exagerado e ofensivo. E isso tudo ao mesmo tempo. A estrutura do inferno é uma mistura bizarra. Temos muita carne, ossos, sangue e símbolos satânicos. Tudo parece ter saído de um álbum do Slayer com direção de Clive Barker, de Hellraiser: Renascido do Inferno (1987). Há um esforço claro para causar impacto visual. E nisso, o jogo é um verdadeiro sucesso. Agony é desconcertante e original. Os modelos das criaturas são assustadores. Já os cenários são detalhados, ainda que repetitivos. No entanto, texturas estouradas, iluminação exagerada e quedas na taxa de quadros afetam a imersão. A arte quer incomodar. E ela consegue. Mas o choque visual perde força ao ser repetido à exaustão. Visualmente, Agony é como um pesadelo recorrente, mas se torna enjoativo.

Como um todo é uma verdadeira agonia, Agony é um daqueles jogos que tinha boas ideias mas acabou por se revelar incompetente para as fazer. Este inferno não consegue transparecer uma boa imagem de um inferno gótico, que claramente era a intenção.

Alexandre Barbosa, em Análise do Próximo Nível (Portugal) da Versão de PC de Agony (Mau).

Uma boa ideia cheia de erros de produção:

A ideia de navegar pelo inferno e possuir outros corpos é criativa. E até mesmo ousada. Poucos jogos se propõem a retratar o inferno de forma tão literal e carnal. Nesse ponto, Agony tem seus méritos. Ele tenta fugir do terror tradicional. É um jogo que abraça o grotesco como identidade. O problema é que essa inovação morre na execução. Os sistemas são mal explicados. Há erros frequentes, falhas da Inteligência Artificial e falta de polimento. Isso em praticamente todas as áreas. A censura em algumas versões também prejudicou seu impacto. A tentativa de trazer uma experiência adulta que abusa da carnificina se perde entre a ambição e a realidade técnica. Agony é aquele aluno que teve a melhor ideia da sala. Porém, entregou o trabalho com cola e fita crepe. Merece reconhecimento pela tentativa, mas não pelos resultados.

Agony
Agony (2018). Créditos: Madmind Studios.

Só para os fãs do sofrimento digital:

Se você define diversão como sustos criativos, tensão crescente e um enredo instigante. Então, Agony é o contrário disso. A experiência do jogo é desconfortável. Por vezes, é entediante. Os ambientes são opressivos, mas a repetição e a jogabilidade ruim acabam quebrando qualquer sensação de imersão. Ainda assim, há um tipo de prazer bizarro para quem gosta de terror extremo. Especialmente o focado no terror corporal e simbólico. O jogo encontra público entre fãs de títulos como Scorn (2022) ou Silent Hill: The Short Message (2024). Porém, sua falta de profundidade narrativa e de polimento técnico não sustenta. Dá para rir de nervoso? Sim. Dá para se assustar? Às vezes. Porém, se sua ideia de diversão envolve jogabilidade e satisfação, este jogo pode ser uma agonia. É melhor a loucura de Dante’s Inferno (2010).

Agony é ambicioso. Porém, tropeça no abismo:

Agony é um jogo que tentou ser arte, terror, simbologia e choque. Tudo isso de uma só vez. Infelizmente, ele entregou mais frustração do que fascínio. O jogo conta com um visual corajoso. Sua atmosfera é original. Porém, problemas de jogabilidade, narrativa e desempenho pesam. Eles entortam a balança do Submundo. O jogo é lembrado mais por suas polêmicas do que por suas qualidades. E isso já diz bastante. Ainda assim, há algo cativante na ousadia da proposta. É o tipo de experiência que vale a pena conhecer. Nem que seja para ver até onde um estúdio foi capaz de chegar. Mas vai o aviso! Agony não é para os fracos de estômago e nem de paciência. Prefira jogos de terror nacionais. Mas se quiser realmente, leve um exorcista que tiraria Pazuzu na base da porrada.

Números

Agony

4 /10

Agony é um tipo de jogo em que a teoria é excelente, mas a prática é ruim. Ele tentou ser um assombro na simbologia e no terror corporal. Mas infelizmente entregou mais frustração do que fascínio. O jogo conta com um visual corajoso e uma atmosfera inegavelmente original. Porém, os problemas de jogabilidade, narrativa e estabilidade pesam demais.

PRÓS

  • A estrutura do inferno é assustadora e inovadora, causando medo.
  • Os sons de sussurros e da pele colando nas paredes tenta criar imersão.

CONTRAS

  • Seja no controle ou no teclado, a jogabilidade é simplesmente péssima.
  • Com o uso de visões e pesadelos, a história é desconexa.
  • Não há longevidade, a não ser o sofrimento de passar por tudo novamente.
  • Mesmo que fosse inventivo, a execução inibe a chance de sobressair.
  • A diversão é restrita para aqueles com gostos peculiares nos jogos.

Análise / Review

  • Controles e Jogabilidade 0
  • Enredo e Narrativa 0
  • Longevidade e Fator Replay 0
  • Áudio e Trilha Sonora 0
  • Arte e Detalhamento Gráfico 0
  • Inovação do Conteúdo 0
  • Diversão do Game 0

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Source: Vitor Hugo Guariento
Via: Guariento Portal
Tags: AgonyAnálisesGamesMadmind StudiosPC
Vitor Guariento

Vitor Guariento

Morador de Japeri – RJ (Baixada Fluminense para os mais íntimos). Bacharel em Ciências Econômicas pela UFRRJ e Pós Graduando em Defesa Nacional pelo IMES. Outrora Agente Administrativo, agora Auditor Federal. Campeão da Região de Johto e Herói de Hyrule. Fundador do Guariento Portal, site destinado a curiosidades e críticas de filmes e jogos em geral.

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