A Lenda de Zelda no Nintendo Switch não envelhece jamais.
#1. The Legend of Zelda: Breath of the Wild (2017) – O Mundo Aberto de Hyrule.

Primeiramente, quando se fala em jogos revolucionários, poucos causaram tanto impacto quanto Breath of the Wild. Lançado em 2017 com o Nintendo Switch, o jogo levou a série para o mundo aberto com ousadia. A física integrada, a liberdade absurda e a ausência de tutoriais excessivos criam um senso de exploração puro. Inclusive, Link pode escalar, cozinhar, batalhar e domar cavalos selvagens. Tudo isso de forma orgânica. A arte cel-shading traz beleza e leveza, enquanto a trilha sonora acentua a solidão pós-apocalíptica de Hyrule, devastado por uma calamidade. Breath of the Wild foi eleito o Jogo do Ano e é aclamado por crítica e público. O título redefiniu o que esperamos de jogos de aventura e criou um estilo copiado por Pokémon Scarlet e Violet (2022), da Game Freak e Immortals: Fenyx Rising (2020), da Ubisoft.
#2. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (2023) – A Continuação do Legado.

A sequência de Breath of the Wild não apenas continuou a saga no Nintendo Switch, ela expandiu de forma vertical e criativa tudo que já funcionava. Em Tears of the Kingdom, de 2023, Link agora explora não só o chão de Hyrule, mas também os céus flutuantes e o subsolo. A introdução de novas mecânicas permite ao jogador construir veículos, combinar armas e criar soluções absurdamente criativas para os desafios. A narrativa tem um tom mais épico e emocional, explorando o passado de Hyrule e os mistérios da princesa Zelda com profundidade. Já em termos gráficos, a beleza dos cenários é ainda melhor, enquanto a trilha sonora é grandiosa e o mundo está ainda mais intenso. Tears of the Kingdom também foi agraciado pela crítica e pelo público, e se tornou uma sequência que mantém o legado de seu antecessor.
#3. The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom (2024) – A Troca de Papéis.

Saindo do mundo aberto para o nostálgico. Pela primeira vez, quem salva Hyrule é a princesa Zelda. Em Echoes of Wisdom, lançado em 2024, Link desaparece misteriosamente e cabe a Zelda dominar um novo poder. Ele é o Eco, que permite copiar objetos, inimigos e até elementos do cenário para resolver puzzles e batalhas. Em comparação, é como se Breath of the Wild encontrasse Portal (2007) e Minecraft (2011), mas mantendo o charme da série. Visualmente, o jogo segue a linha de Link’s Awakening (2019), e que também foi copiado em Pokémon Brilliant Diamond e Shining Pearl (2022), da ILCA. Echoes of Wisdom é inovador e acaba revolucionário. Afinal, consegue colocar Zelda no centro da ação de forma inédita. Além disso, o jogo retorna ao estilo tradicional da franquia, com uma ordem estabelecida na narrativa.
#4. The Legend of Zelda: Link’s Awakening (2019) – A Aventura Sonhadora.

Aqui, temos um dos jogos mais fofos e, paradoxalmente, mais melancólicos da série. Link’s Awakening, originalmente lançado no Game Boy em 1993, ganhou um remake caprichado no Switch com visual estilo diorama em miniatura. Link acorda numa ilha chamada Koholint após um naufrágio e precisa encontrar instrumentos mágicos para despertar o misterioso Peixe dos Ventos. A estética encantadora engana completamente. Afinal, o enredo por trás da criação da ilha é filosófico e surpreendente. Os puzzles são criativos, as dungeons desafiadoras, e há até referências a franquias da Nintendo, como Mario e Kirby. Esse remake foi produzido pela Grezzo, a responsável também por outras revitalizações da franquia, como Ocarina of Time (2011), do Nintendo 3DS. Link’s Awakening acaba sendo uma viagem ao passado. Afinal, a estrutura conhecida e adorada pelo público e pela crítica ganha uma nova roupagem.
#5. The Legend of Zelda: Skyward Sword HD (2021) – Um Novo Começo.

Antes da liberdade total de Breath of the Wild, havia a estrutura quase teatral de Skyward Sword. O jogo, lançado no Nintendo Wii em 2011 ganhou um relançamento em HD para o Nintendo Switch uma década depois. E nas mãos da Tantalus Media, a responsável pelas versões em HD de Twilight Princess (2016) no Wii U e de Luigi’s Mansion 2 (2024) no Switch. Aqui vemos a origem da Master Sword e um dos vínculos mais emocionantes entre Link e Zelda. A aventura começa nas nuvens, em Skyloft, e desce para um mundo onde masmorras e monstros aguardam. Essa é a influência para o ambiente de Tears of the Kingdom. Os controles de movimento foram repensados e melhorados. Skyward Sword é conhecido como o mais linear dentro da franquia Zelda, mas isso não quer dizer que seja algo ruim.
#Bônus. Hyrule Warriors: Age of Calamity (2020) – Porradaria em Hyrule.

Se os jogos principais da série Zelda são sobre quebra-cabeças e exploração, e isso desde A Link to the Past (1992), do Super Nintendo, Age of Calamity é pura pancadaria. Criado pela Omega Force, um dos estúdios da Koei Tecmo, de Wild Hearts S (2025), o jogo segue o estilo musou com milhares de inimigos sendo derrotados em minutos. Mas o diferencial aqui é que a história se passa 100 anos antes de Breath of the Wild. Ou seja, o jogador tem uma explicação detalhada dos últimos dias dos campeões de Hyrule. O jogo é canônico, embora crie uma nova linha temporal, como Ocarina of Time (1994), do Nintendo 64. Age of Calamity oferece batalhas intensas, jogabilidade variada com diferentes personagens. Mesmo com limitações dentro da plataforma, o jogo é uma nova forma de enxergar a franquia Zelda.
Uma Triforce de Experiências no Nintendo Switch.

Assim, com o Nintendo Switch – e o Switch 2 via retrocompatibilidade, a lenda de Zelda não apenas continuou, ela floresceu em múltiplas formas. De uma revolução no mundo aberto com Breath of the Wild até a tradição com pontas de inovação de Echoes of Wisdom, os jogos disponíveis hoje recontam e reimaginam Hyrule de maneiras que nenhum outro console conseguiu. Desde o Nintendo 64 até o Nintendo 3DS. Então, se você busca liberdade, drama, nostalgia ou ação frenética, tem um Zelda perfeito esperando por você. Mesmo com estilos e propostas diferentes, todos esses jogos compartilham uma alma em comum. A de uma franquia que respeita o passado, mas nunca para de olhar para o futuro e de suas possibilidades. Aqui, a princesa luta, o herói cozinha, e o jogador sempre tem algo lendário para descobrir.
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