Guariento Portal
  • Início
  • Listas
    [Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

    [Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

    [Jogos] O Olimpo e a Mitologia Grega Como Sistema Narrativo

    [Jogos] O Olimpo e a Mitologia Grega Como Sistema Narrativo

    Tales of Berseria Remastered (2026). Créditos: Bandai Namco.

    [Lista] A Censura nos Jogos: Cinco Casos Famosos – e um Bônus

    Resident Evil: Deadly Silence (2006). Créditos: Capcom.

    [Lista] Horror em Duas Telas: O Trio Assustador do Nintendo DS

    Cronos: The New Dawn

    [Jogos] Cronos: The New Dawn – 6 Jogos Para Preparar Você

    Fobia-St.Dinfna-Hotel-Game

    [Jogos] O Terror Brasileiro Prova que o Medo é Nacional

  • Análises
    Resident Evil 2 (1998). Créditos: Capcom.

    [Análise] Resident Evil 2 (1998) – Uma Sequência de Respeito

    Resident Evil: Remake (2002). Créditos: Capcom.

    [Análise] Resident Evil: Remake (2002) – Uma Aula de Remake

    Shaitaan (2024). Créditos: Netflix e Panorama Studios.

    [Análise] Shaitaan (2024): Quando a Índia Aposta no Desconforto

    [Análise] DmC: Devil May Cry – Uma Aposta Diferente da Capcom

    [Análise] DmC: Devil May Cry – Uma Aposta Diferente da Capcom

    [Análise] Devil May Cry 5

    [Análise] Devil May Cry 5

    Demon Slayer: Castelo Infinito (2025). Créditos: Ufotable e Crunchyroll.

    [Crítica] Demon Slayer: Castelo Infinito (2025)

  • Filmes
    Shaitaan (2024). Créditos: Netflix e Panorama Studios.

    [Análise] Shaitaan (2024): Quando a Índia Aposta no Desconforto

    Shaitaan (2024). Créditos: Netflix e Panorama Studios.

    [Trivia] Shaitaan e a Perda da Autonomia: O Terror de Não Decidir

    It: A Coisa (2017). Créditos: New Line Cinema.

    [Curiosidades] Pennywise: O Palhaço do Abismo do Medo

    Demon Slayer: Castelo Infinito (2025). Créditos: Ufotable e Crunchyroll.

    [Crítica] Demon Slayer: Castelo Infinito (2025)

    Nezuko Kamado em sua forma Oni em Kimetsu no Yaiba (2019-2024). Créditos: ufotable

    [Mitologia] Oni: Ogros Japoneses que Aterrorizam Mitos e Jogos

    Guerra dos Mundos (2005). Créditos: Paramount e DreamWorks.

    [Curiosidades] O Ano de 1938 e a Invasão Alienígena no Rádio

  • Curiosidades
    Shaitaan (2024). Créditos: Netflix e Panorama Studios.

    [Trivia] Shaitaan e a Perda da Autonomia: O Terror de Não Decidir

    [Trivia] Kali e a Maternidade: Quando Amar Também é Destruir

    [Trivia] Kali e a Maternidade: Quando Amar Também é Destruir

    [Trivia] Earth Song é um Jogo de Ace Attorney Cantado

    [Trivia] Earth Song é um Jogo de Ace Attorney Cantado

    Victoria 3 (2022). Créditos: Paradox Interactive.

    [História] Victoria 3, União Europeia e Mercosul: Ganhos e Perdas

    [Trivia] A Descida de Inanna e sua Herança nos Jogos

    [Trivia] A Descida de Inanna e sua Herança nos Jogos

    [Jogos] A Sina de Ofélia: Quando o Destino não Pede Permissão

    [Jogos] A Sina de Ofélia: Quando o Destino não Pede Permissão

  • Games
    Pokémon Fire Red e Leaf Green (2002). Créditos: Game Freak, Nintendo e The Pokémon Company.

    [Pokémon] Fire Red e Leaf Green no Switch liberam Ho-Oh, Lugia e Deoxys

    Resident Evil: Remake (2002). Créditos: Capcom.

    [Análise] Resident Evil: Remake (2002) – Uma Aula de Remake

    [Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

    [Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

    Pokémon Legends Z-A: Créditos: The Pokémon Company.

    [Artigo] Pokémon é a maior franquia multimídia que não evolui

    The Age of Bhaarat (2026). Créditos: Tara Gaming.

    [Jogos] Como o Hinduísmo Está Conquistando os Videogames

    [Trivia] A Descida de Inanna e sua Herança nos Jogos

    [Trivia] A Descida de Inanna e sua Herança nos Jogos

Sem resultado
Ver todos resultados
  • Início
  • Listas
    [Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

    [Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

    [Jogos] O Olimpo e a Mitologia Grega Como Sistema Narrativo

    [Jogos] O Olimpo e a Mitologia Grega Como Sistema Narrativo

    Tales of Berseria Remastered (2026). Créditos: Bandai Namco.

    [Lista] A Censura nos Jogos: Cinco Casos Famosos – e um Bônus

    Resident Evil: Deadly Silence (2006). Créditos: Capcom.

    [Lista] Horror em Duas Telas: O Trio Assustador do Nintendo DS

    Cronos: The New Dawn

    [Jogos] Cronos: The New Dawn – 6 Jogos Para Preparar Você

    Fobia-St.Dinfna-Hotel-Game

    [Jogos] O Terror Brasileiro Prova que o Medo é Nacional

  • Análises
    Resident Evil 2 (1998). Créditos: Capcom.

    [Análise] Resident Evil 2 (1998) – Uma Sequência de Respeito

    Resident Evil: Remake (2002). Créditos: Capcom.

    [Análise] Resident Evil: Remake (2002) – Uma Aula de Remake

    Shaitaan (2024). Créditos: Netflix e Panorama Studios.

    [Análise] Shaitaan (2024): Quando a Índia Aposta no Desconforto

    [Análise] DmC: Devil May Cry – Uma Aposta Diferente da Capcom

    [Análise] DmC: Devil May Cry – Uma Aposta Diferente da Capcom

    [Análise] Devil May Cry 5

    [Análise] Devil May Cry 5

    Demon Slayer: Castelo Infinito (2025). Créditos: Ufotable e Crunchyroll.

    [Crítica] Demon Slayer: Castelo Infinito (2025)

  • Filmes
    Shaitaan (2024). Créditos: Netflix e Panorama Studios.

    [Análise] Shaitaan (2024): Quando a Índia Aposta no Desconforto

    Shaitaan (2024). Créditos: Netflix e Panorama Studios.

    [Trivia] Shaitaan e a Perda da Autonomia: O Terror de Não Decidir

    It: A Coisa (2017). Créditos: New Line Cinema.

    [Curiosidades] Pennywise: O Palhaço do Abismo do Medo

    Demon Slayer: Castelo Infinito (2025). Créditos: Ufotable e Crunchyroll.

    [Crítica] Demon Slayer: Castelo Infinito (2025)

    Nezuko Kamado em sua forma Oni em Kimetsu no Yaiba (2019-2024). Créditos: ufotable

    [Mitologia] Oni: Ogros Japoneses que Aterrorizam Mitos e Jogos

    Guerra dos Mundos (2005). Créditos: Paramount e DreamWorks.

    [Curiosidades] O Ano de 1938 e a Invasão Alienígena no Rádio

  • Curiosidades
    Shaitaan (2024). Créditos: Netflix e Panorama Studios.

    [Trivia] Shaitaan e a Perda da Autonomia: O Terror de Não Decidir

    [Trivia] Kali e a Maternidade: Quando Amar Também é Destruir

    [Trivia] Kali e a Maternidade: Quando Amar Também é Destruir

    [Trivia] Earth Song é um Jogo de Ace Attorney Cantado

    [Trivia] Earth Song é um Jogo de Ace Attorney Cantado

    Victoria 3 (2022). Créditos: Paradox Interactive.

    [História] Victoria 3, União Europeia e Mercosul: Ganhos e Perdas

    [Trivia] A Descida de Inanna e sua Herança nos Jogos

    [Trivia] A Descida de Inanna e sua Herança nos Jogos

    [Jogos] A Sina de Ofélia: Quando o Destino não Pede Permissão

    [Jogos] A Sina de Ofélia: Quando o Destino não Pede Permissão

  • Games
    Pokémon Fire Red e Leaf Green (2002). Créditos: Game Freak, Nintendo e The Pokémon Company.

    [Pokémon] Fire Red e Leaf Green no Switch liberam Ho-Oh, Lugia e Deoxys

    Resident Evil: Remake (2002). Créditos: Capcom.

    [Análise] Resident Evil: Remake (2002) – Uma Aula de Remake

    [Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

    [Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

    Pokémon Legends Z-A: Créditos: The Pokémon Company.

    [Artigo] Pokémon é a maior franquia multimídia que não evolui

    The Age of Bhaarat (2026). Créditos: Tara Gaming.

    [Jogos] Como o Hinduísmo Está Conquistando os Videogames

    [Trivia] A Descida de Inanna e sua Herança nos Jogos

    [Trivia] A Descida de Inanna e sua Herança nos Jogos

Sem resultado
Ver todos resultados
Guariento Portal
Sem resultado
Ver todos resultados
Início Análises
Análises Gamísticas do

Review / Análise: The Battle of Polytopia (Nintendo Switch)

Dos suecos Midjiwan AB, game The Battle of Polytopia trás a estratégia em tempo real de forma amigável no Nintendo Switch com esta Review!

Vitor Guariento por Vitor Guariento
novembro 13, 2022
em Análises, Android, Curiosidades, Games, Indies, Nintendo
Reading Time: 6 mins read
0 0
2
The-Battle-of-Polytopia-Nintendo-Switch-Game-Review

The-Battle-of-Polytopia

0
COMPARTILHAMENTOS
215
VISITAS
CompartilheCompartilhe

  • Steam (PC)
    $29 VISÃO
  • eShop (Nintendo Switch)
    $80 VISÃO

Quando o assunto é estratégia em tempo real e simulador de impérios, alguns games são precedentes. Civilization (PC, Switch, PS4, XOne), a franquia da 2K já se encontra com seis capítulos disponíveis. Age of Empires está nas mãos da Microsoft e na Nuuvem em sua quarta versão. Empire Earth está esquecida no churrasco desde 2007. Entretanto, volta e meia surgem jogos que buscam emular a mesma sensação destas grandes franquias. O jogador, na pele do líder de uma nação deve levar seu povo a glória eterna, tipo Libertadores da América ou então desaparecer por completo. E nisso, de maneira bem simples e didática temos The Battle of Polytopia, game lançado anteriormente para smartphones e agora com uma versão para Nintendo Switch. Será que vale a pena? É o que veremos nesse Review / Análise aqui no Guariento Portal.

Atenção: The Battle of Polytopia é um título multiplataforma que está disponível na Steam, assim como nos dispositivos mobile e no Nintendo Switch. Que aliás será essa a versão a ter Review no Guariento Portal. No entanto, isso só foi possível com o auxílio da Theo Games, que no Brasil é a responsável pela comunicação do próprio The Battle of Polytopia, assim como com Scorn (PC e Xbox) e o futuro The Callisto Protocol. O Guariento Portal agradece a parceria e o envio do código para que esta Review. E claro que como toda Review esteja preparado para futuros spoilers. O que convenhamos é algo normal em se falar de análise em geral. Não é uma lista nem Curiosidade de Wolfenstein por exemplo. Assim, é hora de pegar o seu barquinho e viajar para o mundo procedural que não é de No Man Sky.

 

Num mundo simples e procedural, leve seu império até a glória eterna.

Primeiramente para este Review, The Battle of Polytopia parte da mente da galera da Midjiwan AB, estúdio sueco com seu primeiro destaque no mundo do entretenimento eletrônico. Sua estreia aconteceu em 2016 nos aparelhos da Apple e depois no Android. Na Steam, ele apareceu em 2020, e em 2022, foi a vez do Nintendo Switch receber como primeiro console de mesa e portátil. E, de fato, The Battle of Polytopia consegue atender as expectativas no sentido de apresentar uma aventura simples, didática para os marujos de primeira viagem, mas versado com ótimo conteúdo. Logo nos primeiros minutos, o jogador verá uma gama completa de modos de se jogar, aumentando assim a longevidade do título. Desde modos singleplayer, mapas diversos e níveis de dificuldade, a escolha cabe a quem está do outro lado da tela.

The-Battle-of-Polytopia-Nintendo-Switch-Game
Ecrã de Tela do Review de The Battle of Polytopia. Créditos: Midjiwan AB

Aliás, além de um modo tutorial, o jogador consegue em pouco tempo entender os mecanismos e os conceitos dentro de The Battle of Polytopia. Não que seja necessário tanto tempo já que sua curva de dificuldade é bem simples. Basta lembrar que estamos falando de um port de um game originalmente de um celular. Porém, até mesmo para os amantes do difícil, temos sim nos níveis mais complexos alguns momentos que exigirão maestria do jogador, que pode ser aprendida com tranquilidade no decorrer das outras fases. Esse controle do jogador é ainda melhor com a quantidade de nações disponíveis. Cada um apresenta uma geografia única, se baseando nos vikings, nos indianos, nos egípcios e em outras civilizações que o jogador vai conhecer assim que iniciar suas construções. E falando em construções, temos uma parte importante do game.

Com turnos, sua civilização cresce desde que você faça crescer.

Como qualquer outro título de estratégia em tempo real, The Battle of Polytopia obriga o jogador a conseguir recursos e expandir suas terras. Aos poucos, ele é capaz de fundar novas cidades, treinas cidadãos para que se tornem guerreiros. E é claro, construir cais para seus navios, serrarias e plantar o alimento necessário, pois ninguém vive sem comer, evoluindo assim sua grade de conquistas. Tudo isso ao mesmo tempo em que suas fronteiras podem ser atacadas por inimigos mais poderosos do que você. O que pode fazer com que alguma de suas cidades sejam sitiadas. The Battle of Polytopia traz todos estes conceitos de maneira tão simples e didática que ao mesmo tempo se transforma em uma primeira vez para qualquer um que não tenha jogado um game de estratégia com aquelas milhares de possibilidades.


Em termos de gráficos, o game parece que veio do mundo de Minecraft, visto seu estilo quadrado até mesmo para os personagens. No entanto, embora o título da Mojang seja de mundo aberto, aqui temos um mapa também procedural. A cada nova jogatina de The Battle of Polytopia, os cenários podem mudar, assim como os inimigos. Ou seja, sempre haverá algo a mais para se ver. Até mesmo os controles são bem rápidos, e uma vez a sua simplicidade completa, não a muito do que falar em termos de desempenho. Além de o Nintendo Switch ser versado em games pesados como The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Switch e Nuuvem), o pessoal da Midjiwan AB fez um agradável trabalho nesse port, uma vez que os controles são bastante intuitivos e funcionais em sua essência.

Só que temos problemas neste mundo, como é o caso da repetição.

No entanto, nem tudo são flores e florestas verdejantes em The Battle of Polytopia. Os desertos podem ser escaldantes e até mesmo essas florestas podem conter espinhos e gramas venenosas. Dentro desses espinhos, a trilha sonora de fato não é acachapante. Ou seja, não ficará na memória de ninguém após algumas horas de jogatina. Na verdade, é provável que o jogador nem mesmo vá se lembrar. Mesmo com um arcabouço bem cheio de civilizações a disposição. Aliás, esse acaba sendo um segundo problema. Por mais que tenhamos astecas, egípcios, indianos e até civilizações de outros planetas, o mundo de The Battle of Polytopia é bem simples no decorrer de sua exploração. Não importa qual seja a sua escolha, o que basicamente mudou são seus guerreiros e as cidades em destaque, que evoluem quando mais seu império avança.

The-Battle-of-Polytopia-Nintendo-Switch-Game
Ecrã de Tela do Review de The Battle of Polytopia. Créditos: Midjiwan AB

Porém, o que mais se destaca em tons negativos em The Battle of Polytopia é que por mais que se tenha tantos modos de jogo, três ao todo, uma estrutura procedural e uma gama de civilizações, o game pode acabar se perdendo no decorrer das horas. Melhor dizendo, depois de algumas horas, nem mesmo depois do uso do multiplayer é possível encontrar algo para retornar até estas terras. Todas essas mudanças e diferenças são bem-vindas, mas elas não conseguem alterar sua mecânica original e acaba trazendo o mesmo jogo sempre, o tempo todo. É como se tivéssemos uma balança de que um lado todas as promessas acabam sendo igualadas por essa questão. A simplicidade, por mais que traga um grupo maior de jogadores, também pode ter sua outra face ao fazer ao não trazer uma diversidade que impacte na imersão do jogador.

Port inteligente de um game de smartphone no Nintendo Switch.

Dito de outra forma, The Battle of Polytopia é um port inteligente e muito perspicaz dentro do Nintendo Switch. Ainda mais vindo de smartphones, onde de fato os games ali produzidos tem uma qualidade aquém se comparado com títulos de consoles de mesa e portátil. No entanto, essa versão no console da Nintendo não tem diferença alguma, e na verdade o título mantém o seu charme. É interessante notar, como uma primeira entrada para games do estilo de estratégia real sua simplicidade. Vá aos poucos e consiga levar a sua civilização ao topo do mundo com gráficos bonitinhos e uma estrutura bem arranjada, trazendo no melhor dos pontos, um mundo onde o jogador pode escolher o continente, seus inimigos e os modos de dificuldade. De outra forma, é uma primeira entrada ideal para aqueles que nunca viram qualquer game desse gênero.


Claro que também pode ser interessante para os amantes e aqueles que adoram um Civilization e passam horas e horas na frente de um computador. No entanto, deve-se entender que esse game não terá essa longevidade absurda, justamente por ser simples, até demais. Sua trilha sonora também não é algo a ser destacado. Muito do que se apresenta pode ser esquecido no dia seguinte depois de uma simples jogatina. Porém, é a sensação de que algo poderia ser melhorado fica latente e com gosto na boca. Pois por mais que o jogador tenha acesso a uma penca de personalizações. Ainda assim existe um resquício de que nem mesmo isso pode segurar a longevidade como jogos de estratégia em tempo real consegue segurar um jogador.  Ainda mais quando se compara o preço, de R$ 79,90 no eShop da Nintendo no Brasil.

Divertido? Até é. Mas é melhor esperar uma promoção que vale a pena!

No fim das contas caro leitor e jogador, você pode se perguntar. The Battle of Polytopia então é divertido e vale a pena para este Review? Olha, como sempre é relativo. Talvez pelo preço na eShop do Nintendo Switch, seja melhor esperar por uma promoção que sempre vem. Isso fazendo uma análise de custo-benefício é claro e vendo as plataformas no site oficial do game. No entanto, não é caso de se menosprezar o game. The Battle of Polytopia consegue trazer um nicho e enriquece a biblioteca de sua plataforma ao ser, de maneira simples e didática um prelúdio para jogos mais pesados no que tange a estratégia em tempo real. Então, para os viajantes de primeira viagem ou para aqueles que curtem o gênero podem se interessar. A dica aqui é esperar realmente uma promoção para pegar o game com um preço mais em conta.

Números

The Battle of Polytopia

6.7 /10

Simples para um game de estratégia em tempo real, The Battle of Polytopia tem bons gráficos e é ideal para quem é de primeira viagem, tendo uma aventura que mesmo tendo bons conteúdos, ainda assim se mostra sem a longevidade dos títulos do gênero.

PRÓS

  • Gráficos ao estilo Minecraft são simples, mas tem seu charme e são bem polidos na apresentação, com zero problema de performance.
  • Em pouco tempo, mesmo quem não entende do gênero vai conseguir jogar e aumentar os desafios dispostos com os modos de jogo.
  • A jogabilidade foi bem portada para o Nintendo Switch, o que significa dizer que é o console é responsivo para qualquer atividade no game.
  • Várias civilizações, modos de jogo e cenários procedurais trazem uma gama de possibilidades que o jogador pode usar.

CONTRAS

  • A trilha sonora é praticamente imperceptível. Ela está ali, mas não afeta a imersão do jogador. Nem para mais, nem para menos.
  • Por mais que tenha modos de jogo distintos, a longevidade é afetada pois você acaba jogando novamente sempre o mesmo game, sem nada diferente.
  • O preço na versão do Nintendo Switch é alto. Espere uma promoção amigável para adquirir o título com fé e confiança.

Análise / Review

  • Jogabilidade ou Gameplay 0
  • Enredo e Narrativa 0
  • Longevidade e Fator Replay 0
  • Áudio e Trilha Sonora 0
  • Arte e Detalhamento Gráfico 0
  • Diversão de Conteúdo 0

Melhor Preço:

$29
  • Steam (PC) Steam (PC)
    $29 Comprar
  • eShop (Nintendo Switch) eShop (Nintendo Switch)
    $80 Comprar

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Source: Vítor Hugo Guariento
Tags: AnálisesGamesIndiesMidjiwan ABMultiplataformaNintendo SwitchNotíciasReviewThe Battle of Polytopia
TweetCompartilhar
Vitor Guariento

Vitor Guariento

Morador de Japeri – RJ (Baixada Fluminense para os mais íntimos). Bacharel em Ciências Econômicas pela UFRRJ e Pós Graduando em Defesa Nacional pelo IMES. Outrora Agente Administrativo, agora Auditor Federal. Campeão da Região de Johto e Herói de Hyrule. Fundador do Guariento Portal, site destinado a curiosidades e críticas de filmes e jogos em geral.

RELACIONADOS

Marcas-da-Maldição-Filme-Crítica-001
Análises

Crítica: Marcas da Maldição (2022) – Quando o Som Faz Diferença

call-of-duty-black-ops-6
Activision

Review – Call of Duty: Black Ops 6 (PlayStation 5)

Fortnite Banido Apple Google
Curiosidades

Fortnite, da Epic Games, é banido da Play Store e da App Store.

agosto 23, 2020

Comentários 2

  1. Anna Vitória Guariento says:
    3 anos atrás

    Então esse é o primeiro game patrocinada né Vitor. Quero saber quando eu vou entrar nesse bolo aí.

    Carregando...
    Responder
    • Vitor Guariento says:
      3 anos atrás

      Eu já te falei dos meus planos, você que não quer. Sabe disso! XD

      Carregando...
      Responder

Deixe uma respostaCancelar resposta

  • Em Alta
  • Comentários
  • Recente
museu-oculto-dos-warren

O Museu Oculto dos Warren: lar de Annabelle e do sobrenatural.

agosto 23, 2020
Anel-Senhor-Dos-Aneis

Curiosidades: O que está escrito no Um Anel forjado por Sauron?

outubro 11, 2024
Khonshu-Marvel-Egito-Cavaleiro-da-Lua

Quem é Khonshu? Conheça o Deus da Lua da Mitologia Egípcia.

abril 14, 2022
Medusa Perseu Fúria dos Titãs Filme Curiosidades Mitologia Grega

Quem é Medusa? Conheça a mais importante das Górgonas.

outubro 10, 2021
Valiria-Perdição-Doom

Curiosidades: A Perdição de Valíria e dos Senhores de Dragões

13
Ainda-Estou-Aqui-Filme-Oscar

Óscar 2025: Os Destaques de Ainda Estou Aqui, Flow e Anora

11
Análise / Review de Bayonetta 2

Análise / Review de Bayonetta 2

10
Pi-Ramses-City-Total-War-Game

Egípcios, Canaanitas e Hititas. Nações de Total War: Pharaoh.

10
Pokémon Fire Red e Leaf Green (2002). Créditos: Game Freak, Nintendo e The Pokémon Company.

[Pokémon] Fire Red e Leaf Green no Switch liberam Ho-Oh, Lugia e Deoxys

março 3, 2026
Resident Evil 2 (1998). Créditos: Capcom.

[Análise] Resident Evil 2 (1998) – Uma Sequência de Respeito

março 2, 2026
Resident Evil: Remake (2002). Créditos: Capcom.

[Análise] Resident Evil: Remake (2002) – Uma Aula de Remake

março 2, 2026
[Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

[Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

fevereiro 5, 2026

Recomendados

Pokémon Fire Red e Leaf Green (2002). Créditos: Game Freak, Nintendo e The Pokémon Company.

[Pokémon] Fire Red e Leaf Green no Switch liberam Ho-Oh, Lugia e Deoxys

março 3, 2026
Resident Evil 2 (1998). Créditos: Capcom.

[Análise] Resident Evil 2 (1998) – Uma Sequência de Respeito

Resident Evil: Remake (2002). Créditos: Capcom.

[Análise] Resident Evil: Remake (2002) – Uma Aula de Remake

[Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

[Xbox] Jogos mais assustadores do Series X|S. É medo e tensão!

fevereiro 5, 2026
  • Contato
  • Sobre
  • Privacidade

© 2025 Guariento Portal - Todos os Direitos Reservados.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
Sem resultado
Ver todos resultados
  • Início
  • Listas
  • Análises
  • Filmes
  • Curiosidades
  • Games

© 2025 Guariento Portal - Todos os Direitos Reservados.

%d