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[Lista] Horror em Duas Telas: O Trio Assustador do Nintendo DS

Explore o lado sombrio do Nintendo DS com três jogos que transformam portabilidade em pesadelo em um pódio arrepiante do Guariento Portal.

Vitor Guariento por Vitor Guariento
novembro 20, 2025
em Games, Lista, Nintendo
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Resident Evil: Deadly Silence (2006). Créditos: Capcom.

Resident Evil: Deadly Silence (2006). Créditos: Capcom.

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Esse é o lado sombrio do Nintendo DS:

O Nintendo DS pode até parecer um console inocente. Ele é o amiguinho de bolso pronto para jogos coloridos, como Animal Crossing: Wild World (2005) e puzzles tranquilos, ao estilo Picross 3D (2009). Porém, saiba que isso é só fachada. No subsolo da biblioteca do portátil, existe um trio de títulos que transformam as duas telinhas em portais para pesadelos ambulantes. Aqui, o terror tem formas tão distintas quanto no Nintendo Switch e no PC. O horror psicológico japonês que vem de uma fita carregada com uma maldição. Ou então a tensão de um hospital onde até sua sombra parece suspeita. Por fim, o retorno de um clássico que nunca perde a chance de assustar. Seja para quem procura arrepios discretos ou tensão digna de madrugada mal dormida. Esse é o pódio que reúne os jogos mais assustadores do Nintendo DS.

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Nanashi no Game, ou onde a maldição começa a sussurrar:

Nanashi no Game (2008). Créditos: Square Enix.
Nanashi no Game (2008). Créditos: Square Enix.

Nanashi no Game, ou The Nameless Game, no Ocidente, é aquele tipo de experiência que transforma a tela dupla em uma peça de terror artesanal. É como se o Nintendo DS tivesse sido possuído por uma lenda urbana japonesa digitada em fóruns obscuros dos anos 2000. Desenvolvido pela Square Enix, de Final Fantasy VII: Rebirth (2024), o jogo acompanha um estudante que baixa um RPG amaldiçoado. A partir daí, tudo vira uma espiral de paranoia e silêncio. São cerca de cinco a seis horas de campanha, curtas o suficiente para você terminar numa madrugada. Porém, longas o bastante para repensar sua relação com a tecnologia portátil. A alternância entre visual 3D e estética retrô cria uma sensação de realidade em fragmentos. É como se Ringu (1998) encontrasse Silent Hill (1999) num corredor pixelado. É horror de bolso em sua forma mais elegante e perturbadora.

O aspecto mais brilhante, e também mais assustador, de Nanashi no Game está na sua atmosfera. Poucos jogos conseguem transformar o silêncio em um personagem principal. E menos ainda fazem isso num console com alto-falantes tão tímidos quanto os do Nintendo DS. Mas aqui, cada passo ecoa como se você estivesse pisando direto dentro de um pesadelo. Cada câmera lenta lembra o desconforto de filmes de terror japoneses que conquistaram o público, como Ju-On (2002). A história também usa o medo social da época com a tecnologia. O RPG mais amaldiçoado do que a Cidade de Lavender Town de Pokémon Red e Blue (1996), com visual de era 8-bit, funciona como um contraponto irônico e mortal. A Square Enix entrega um terror sofisticado, inteligente e cruel, que prova que não é preciso monstros gigantes para assustar.

Dementium: The Ward, ou a porta que você não quer abrir:

Dementium: The Ward (2007). Créditos: Atooi.
Dementium: The Ward (2007). Créditos: Atooi.

Desenvolvido pela  extinta Renegade Kid, de Mutant Mudds (2012), Dementium: The Ward é o tipo de jogo que transforma um hospital abandonado em um parque temático da ansiedade. Com uma campanha que dura em torno de cinco a sete horas, ele aposta no terror físico e na sensação constante de vulnerabilidade, da mesma forma que anos depois Outlast (2013) faria. O clima dos corredores lembra um encontro desconfortável entre Silent Hill 2 (2001) e aquele episódio específico de House of the Dead que você nunca quis rever. A iluminação limitada e inimigos bizarros criam um ambiente onde a sobrevivência é mais tentativa e erro do que estratégia. A história acompanha um protagonista sem memória que vaga por entre salas. Esse ambiente parece ter sido decorado por alguém que perdeu a sanidade. O resultado é uma experiência tensa, íntima e ousada no Nintendo DS.

A grande genialidade de Dementium: The Ward está em sua forma de usar o portátil. Aqui, os controles em primeira pessoa, combinados à caneta stylus, criam o perigo. É como se fosse os movimentos nervosos de um filme found footage. A Renegade Kid não economizou em nada. Os monstros são grotescos, os puzzles rápidos e a trilha sonora alterna entre silêncio absoluto e ruídos que fariam qualquer jogador conferir se o quarto está realmente vazio. A narrativa é fragmentada, o que reforça a desorientação por parte do jogador. E, as reviravoltas têm aquele toque de terror de hospital psiquiátrico digno de produções sombrias dos anos 90. Mesmo com limitações técnicas, o jogo consegue ser visceral. Ele oferece um tipo de medo que não depende de gráficos avançados. Na verdade, sua dependência é pelo timing e por possuir uma atmosfera e uma boa dose de coragem do jogador.

Resident Evil: Deadly Silence, ou a mansão que te engole:

Resident Evil: Deadly Silence (2006). Créditos: Capcom.
Resident Evil: Deadly Silence (2006). Créditos: Capcom.

Lançado pela Capcom de Street Fighter 6 (2024), Resident Evil: Deadly Silence é a prova viva de que clássicos sobrevivem não importa onde. Mesmo em telas do tamanho de um cartão de ônibus. Baseado no primeiro Resident Evil (1996), ele traz de volta a Mansão Spencer, suas salas e corredores claustrofóbicos. Tudo com aquela sensação icônica de abrir uma porta com a certeza de que a morte está logo atrás. A campanha dura entre sete e oito horas, mantendo a essência do survival horror sem receio de encarar as limitações do Nintendo DS. A Capcom adicionou novos modos de jogo. É o caso do Rebirth, que utiliza a stylus para minijogos rápidos e até o microfone para certas interações na história. É uma mistura divertida da nostalgia com a inovação. O resultado é um clássico fiel ao espírito da franquia e assustador no portátil.

O charme do jogo está justamente em seu contraste. Ver um título tão icônico adaptado para um console tão compacto é quase poético. A Capcom manteve os momentos marcantes. É o caso da famosa aparição do primeiro zumbi, mencionada em The Evil Within (2014). Mesmo no tamanho da tela e com sua resolução modesta, a cena consegue surpreender. O clima de isolamento continua forte, reforçado pelos corredores apertados e pelo som limitado que aqui funciona a favor da tensão. E não como um ponto negativo. Há também aquele humor involuntário bem típico da franquia. Isso no meio da sensação de que, em cada corredor, algo está à espreita. E que todo o cuidado é pouco. Porém, entre piadas e sustos, Resident Evil: Deadly Silence entrega um equilíbrio sólido entre nostalgia e pavor. O jogo assim, acaba sendo uma escolha perfeita para o terror no pequeno portátil.


O terror não precisa de gráficos suntuosos:

No mosaico sombrio do Nintendo DS, estes três jogos provam que o medo não depende de gráficos exuberantes. Mas sim de boas ideias, do silêncio bem colocado e de narrativas que se insinuam na mente do jogador. Nanashi no Game transforma a tecnologia em maldição. Já Dementium: The Ward faz do hospital um labirinto de delírios enquanto Resident Evil: Deadly Silence relembra por que alguns clássicos nunca perdem o fôlego. Cada um desses jogos oferece uma janela para o terror. Seja ele psicológico, grotesco ou nostálgico, formando um pódio que honra o terror no portátil da Nintendo. No fim, o verdadeiro susto não está na tela, está no que ela desperta em você. Então, qual desses títulos te deu mais arrepios? Deixe seu comentário, compartilhe com outros fãs de terror. E assim, você ajuda o Guariento Portal a crescer nesse universo.

* Nanashi no Game foi publicado em 2008 exclusivamente no Japão. Porém, é possível encontrar o título de forma não oficial traduzido na Internet. Já Dementium: The Ward apareceu em 2007 em seu lançamento na América do Norte. Uma versão remasterizada do jogo, agora pela Atooi foi publicada para o Nintendo Switch. Por fim, Resident Evil: Deadly Silence foi uma celebração dos dez anos de aniversário da franquia. Seu lançamento, em 2006, foi feito exclusivamente para o portátil da Nintendo. Uma vez que o DS não se encontra mais em produção, todos esses jogos podem ser encontrados por meios não oficiais na Internet, sendo a única forma de teste, ou através de vendedores a preços abusivos.

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Source: Vítor Hugo Guariento
Via: Guariento Portal
Tags: Dementium: The WardGamesListaNanashi no GameNintendo DSResident Evil: Deadly Silence
Vitor Guariento

Vitor Guariento

Morador de Japeri – RJ (Baixada Fluminense para os mais íntimos). Bacharel em Ciências Econômicas pela UFRRJ e Pós Graduando em Defesa Nacional pelo IMES. Outrora Agente Administrativo, agora Auditor Federal. Campeão da Região de Johto e Herói de Hyrule. Fundador do Guariento Portal, site destinado a curiosidades e críticas de filmes e jogos em geral.

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